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	<title>ASA - Odontologia &#187; Hábitos</title>
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		<title>Boca seca</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2015 19:06:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que eu preciso saber sobre boca seca?</strong><strong><br />
</strong>A boca seca – conhecida, na área da Saúde, como xerostomia &#8211; é causada pela diminuição na produção de saliva. Acomete, com intensidade e duração variáveis, um grande número de pessoas e suas causas podem variar consideravelmente.<br />
São exemplos de causas:</p>
<ul>
<li>A idade avançada (com o passar da idade, as glândulas salivares vão se atrofiando);</li>
<li>O efeito colateral de certos medicamentos, tais como antidepressivos, antidepressivos, tranqüilizantes, anti -histamínicos e anti-colinérgicos;</li>
<li>Hábitos e vícios, como o alcoolismo e a ingestão de alimentos ricos em cafeína;</li>
<li>A Síndrome de Sjögren, na qual o organismo da própria pessoa reage contra as glândulas salivares;</li>
<li>A diabete mellitus, na qual a boca seca é um achado freqüente;</li>
<li>Cânceres na região de cabeça e pescoço (as pessoas que são tratadas com radioterapia podem ter suas glândulas afetadas permanentemente pela radiação);</li>
<li>Problemas psiquiátricos (certas psicoses e estados de ansiedade podem causar falta de saliva);</li>
<li>Doenças congênitas: existem pessoas que nascem sem as glândulas salivares (agenesia congênita).</li>
</ul>
<p><strong>Por que a saliva é tão importante?</strong><br />
A saliva tem papel importante na formação do bolo alimentar, favorecendo a digestão e deglutinação; proporciona uma lavagem física mecânica, facilitando uma melhor movimentação da língua e demais músculos; atua na proteção da mucosa da boca; controla a microbiota bucal; estabelece e mantém o pH do meio, atuando no processo da cárie dental.</p>
<p><strong>O que é exatamente a saliva?</strong><br />
A saliva apresenta um pH neutro e é composta por 99% de água. A outra parte é constituída por proteínas, como enzimas, imunoglobulinas responsáveis pelos anticorpos salivares, além de outros compostos, como bicarbonato, sódio, potássio, cálcio, cloreto e flúor.</p>
<p><strong>O que a boca seca pode causar?</strong><strong><br />
</strong>Cáries, candidíase (doença fúngica), doenças gengivais e infecções nas glândulas salivares.</p>
<p><strong>Quais são os sintomas?</strong><br />
Em função da falta de saliva, o indivíduo pode ter mau hálito, dificuldades para falar e engolir, intolerância a próteses, dor na língua, perda do paladar e alteração de voz.</p>
<p><strong>Qual o tratamento indicado?</strong><strong><br />
</strong>O primeiro passo para o tratamento é o diagnóstico correto: o paciente que perceber os sinais e sintomas associados à boca seca deve procurar o cirurgião-dentista. Os tratamentos variam em função da causa: se a xerostomia tiver origem medicamentosa, o cirurgião-dentista deverá entrar em contato com o médico do paciente para estudarem a possibilidade de substituição do medicamento por outro que não afete a produção de saliva (radiação, Síndrome de Sjöen, na idade avançada, agenesia congênita), existe a possibilidade de minimizar o problema  com o uso de saliva artificial manipulada ou comercial, gomas de mascar sem açúcar e medicamentos que estimulem a salivação, além da orientação quanto à dieta com proteínas e vitaminas. O paciente com xerostomia, independente da causa, deverá ser acompanhado pelo profissional em intervalos menores para orientação de higiene orla constante, aplicação de flúor e tratamento gengival básico. O paciente deverá manter-se sempre bem hidratado, ingerindo água ou outra bebida  sem açúcar e evitando o consumo de bebidas com álcool ou cafeína. Se os lábios estiverem secos, pode ser indicado o uso de lubrificantes à base de vaselina. Durante as refeições, devem –se preferir alimentos moles, úmidos e pouco condimentados. Nos casos onde exista também infecções fúngica, o profissional poderá indicar bochechos com antifúngicos</p>
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		<title>Prevenção do Câncer Bucal</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 11:29:36 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O câncer de boca ocupa uma posição de destaque entre os tumores malignos do organismo devido a sua relativa incidência e mortalidade. A prevenção e o diagnóstico precoce podem ser realizados pelo cirurgião-dentista através dos seguintes procedimentos: correto exame clínico; afastamento dos fatores co-carcinógenos; diagnóstico e tratamento das lesões cancerizáveis;...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de boca ocupa uma posição de destaque entre os tumores malignos do organismo devido a sua relativa incidência e mortalidade. A prevenção e o diagnóstico precoce podem ser realizados pelo cirurgião-dentista através dos seguintes procedimentos: correto exame clínico; afastamento dos fatores co-carcinógenos; diagnóstico e tratamento das lesões cancerizáveis; exames complementares (principalmente biópsia e citologia exfoliativa) e orientação e estimulação ao auto-exame.</p>
<p><strong>O que são e quais são os fatores co-carcinógenos?</strong><br />
São fatores que predispõem o paciente a de desenvolver um tumor maligno: na boca, podemos citar principalmente o etilismo (álcool) e o tabagismo (cigarro, cachimbo, etc&#8230;), as condições precárias de higiene (dentes quebrados, raízes residuais, tártaro etc.) e as próteses inadequadas ou em más condições  (dentaduras e pontes fraturadas ou que causam algum ferimento).</p>
<p><strong>O que são lesões cancerizáveis?</strong><br />
São enfermidades bucais que, quando não tratadas, podem evoluir para um câncer.</p>
<p><strong>O que causa o câncer oral?</strong><br />
A etiologia é desconhecida, porém, alguns fatores são relacionados ao aparecimento dessas lesões. Os principais são: tabagismo, etilismo, traumatismos mecânicos e, nos cânceres de lábio inferior, também  pode-se citar os raios solares.</p>
<p><strong>Como o cigarro atua?</strong><strong><br />
</strong>Durante o ato de fumar, são liberadas inúmeras substâncias químicas junto à fumaça, algumas reconhecidamente cancerígenas. Outra ação seria o calor produzido principalmente pelo cachimbo.</p>
<p><strong>Como se faz o auto-exame e o que procurar?</strong><strong><br />
</strong>Diante do espelho, com uma boa iluminação, deve-se inspecionar e palpar todas as estruturas bucais e do pescoço. Durante o auto-exame, os principais indícios a serem observados são: feridas que permanecem na boca por mais de 15 dias, caroços (principalmente no pescoço e embaixo do queixo), súbitos mobilidade dental, sangramento, halitose, endurecimento e ou perda de mobilidade da língua. É importante frisar que a dor pode ser um sinal de lesão avançada.</p>
<p><strong>Qual o perfil do paciente com câncer bucal e qual a região mais atingida?</strong><strong><br />
</strong>Geralmente são homens (86,07%), com idade entre 45 e 55 anos, brancos (84,84%) e tabagistas (95,08%). A região da boca mais atingida é a língua, seguida do assoalho bucal e lábio inferior.</p>
<p><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong><br />
O diagnóstico é simples. Após o exame clínico, o profissional, suspeitando de um tumor maligno, realiza uma biópsia, que consiste na remoção de um pequeno fragmento da lesão para posterior exame microscópico.</p>
<p><strong>Como é feito o tratamento?</strong><br />
O tratamento pode ser realizado através de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, podendo ser associados ou não.</p>
<p><strong>Existe cura para o câncer?</strong><br />
Sim, e quanto mais cedo for diagnosticado (diagnóstico precoce), maior são as chances de cura, sendo as seqüelas menores e, portanto, maior a qualidade de vida.</p>
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		<title>Mau Hálito</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 11:15:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Todas as pessoas têm mau hálito? Se considerássemos o hálito desagradável ao acordar, praticamente 100% da população seria portadora de halitose. Por isso, o hálito da manhã é considerado fisiológico.Ele acontece devido à leve hipoglicemia, à redução do fluxo salivar para virtualmente zero durante o sono e ao aumento da...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todas as pessoas têm mau hálito?</strong><br />
Se considerássemos o hálito desagradável ao acordar, praticamente 100% da população seria portadora de halitose. Por isso, o hálito da manhã é considerado fisiológico.Ele acontece devido à leve hipoglicemia, à redução do fluxo salivar para virtualmente zero durante o sono e ao aumento da flora bacteriana anaeróbia proteolítica. Quando esses microorganismos atuam sobre proteínas da própria saliva, geram componentes de cheiro desagradável (metilmercaptana, dimetilsulfeto e principalmente sulfidreto, que tem cheiro de ovo podre). São os compostos sulfurados voláteis, conhecidos abreviamente por CSV. Após a higiene dos dentes (com fio dental e escova), da língua (com limpador lingual)e após a primeira refeição (café da manhã), a halitose matinal deve desaparecer. Caso isso não aconteça, podemos considerar que o indivíduo tem mau hálito e que este precisa ser investigado e tratado.</p>
<p><strong>É possível que eu tenha mau hálito e não sabia disso?</strong><strong><br />
</strong> Sim. As pessoas que têm um mau hálito constante, por fadiga olfatória, não percebem seu próprio hálito. Somente as pessoas que têm períodos de halitose e períodos de normalidade conseguem percebê-lo.</p>
<p><strong>Como eu posso saber se eu tenho ou não mau hálito?</strong><strong><br />
</strong>A maneira mais simples de identificá-lo é pedir a um familiar ou a um amigo de confiança que faça essa avaliação para você. Caso você identifique o problema ou caso você sinta constrangido a pedir alguém que o avalie, pode procurar um dentista para que este possa te ajudá-lo no diagnóstico e no tratamento da halitose. Atualmente, e cada vez mais, existem dentistas interessados no assunto, e muitos deles até já dispõem de um aparelho para medir e avaliar seu potencial de halitose.</p>
<p><strong>Então, dá para se sentir o hálito?</strong><br />
Sim, atualmente existe à disposição dos profissionais interessados um aparelho chamado Halimeter, que é capaz de medir compostos sulfurados voláteis e que serve para orientar quanto à gravidez da halitose e quanto à melhora e à cura durante o tratamento.<br />
Também é útil para demonstrar claramente para certos pacientes que eles não possuem nenhum cheiro desagradável na boca, quando este é o caso. Certos pacientes halitofóbicos ficam muito apreensivos, com medo de terem halitose e desconhecerem o fato.</p>
<p><strong>Qual a causa do mau hálito?</strong><br />
É muito bom que se diga que os casos de halitose não podem ser explicados por um único mecanismo.<br />
Existem casos de halitose tanto por razões fisiológicas (que requerem apenas orientação) como por razões patológicas (que requerem tratamento); por razões locais (feridas cirúrgicas, cárie, doença periodontal etc.)ou sistemáticas (diabetes, uremia, prisão do ventre etc.).Por isso, pode-se concluir que todas as possíveis causas devem ser investigadas e que o tratamento será direcionado de acordo com a causa identificada. No entanto, 96% ou mais dos casos de halitose se devem à presença de saburra lingual e, assim, devem ser tratados.</p>
<p><strong>O que é saburra?</strong><br />
Saburra é um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que adere ao dorso da língua em maior proporção na região do terço posterior. A saburra equivale a uma placa bacteriana lingual, em que os principais microorganismos presentes são do tipo anaeróbios proteolíticos, os quais, conforme foi explicado para a halitose da manhã, produzem componentes de cheiro desagradável no final de seu metabolismo.</p>
<p><strong>Se a saburra é formada por microorganismos, o mau hálito é contagioso?</strong><br />
Não.A saburra somente se forma em pessoas com predisposição  à sua formação. Por isso, é muito comum observamos casais em que apenas um dos parceiros apresenta hálito muito desagradável, a ponto de incomodar o outro.</p>
<p><strong>O que predispõe à formação de saburra?</strong><br />
A causa primária da formação de saburra é a leve redução do fluxo salivar, com a presença de uma saliva muito mais rica em mucina (“gosmenta”) e que facilita a aderência de microorganismos e de restos epiteliais e alimentares sobre o dorso da língua. É bom que se diga que existem vários graus de redução do fluxo saliva; quando a redução é severa (de 0 a 0,3 ml/minuto, sob estímulo mecânico), já não encontramos saburra, mas sim, outros tipos de desconforto. A medida do fluxo salivar (sialometria) deve ser feita por um profissional habilitado para isso. Também é importante a avaliação das causas da redução do fluxo salivar para que possa decidir sobre o tratamento. Um\ causa bastante comum é o “stress” constante.</p>
<p><strong>Como se livrar da saburra e do mau hálito?</strong><br />
Existem pelo menos 3 abordagens:</p>
<p>1-Remoção mecânica da saburra por meio de limpadores linguais. Existem vários modelos de limpadores linguais disponíveis no mercado americano; no Brasil, encontramos um limpador lingual muito eficiente (modelo em forma de “V”).</p>
<p>2-Manutenção da superfície lingual a mais oxigenada possível, com o uso de oxidantes no mercado que podem ser úteis para esse fim; desde a água oxigenada (usada diluída), o Amosan, até os de ultima geração (geralmente formulações com um componente antimicrobiano e um oxidante potente). Provavelmente, em pouco tempo, encontraremos no mercado, à disposição apenas dos profissionais, um desses produtos, com, o nome de “SaudBucal”.</p>
<p>3- Identificação da causa da redução do fluxo salivar para que possa estabelecer o tratamento adequado.<br />
As duas primeiras abordagens garantem um hálito agradável; porém, exigem a manutenção desses cuidados. A terceira abordagem, uma vez realiza com sucesso, garante resultados mais duradouros, sem a necessidade de manutenção do uso de produtos para o controle de saburra, porque esse procedimento corresponde à eliminação da causa primária.</p>
<p><strong>Como posso melhorar meu mau hálito que acontece  só de vez em quando?</strong><br />
Quando o mau hálito não é crônico, mas apenas esporádico, devemos observar uma higiene bucal e lingual adequadas, estimular a salivação de maneira fisiológica (isto é, sem o uso de medicamentos) com balas sem açúcar, gomas de mascar, gotas de suco de limão com um pouco de sal, ou, mais eficientemente, com uma ameixa japonesa condimentada, conhecida como “umebochi”. Devemos ainda cuidar da alimentação (evitar o excesso de proteína, gordura, condimentos e alimentos de cheiro carregado)e manter uma freqüência de ingestão de água e de alimento (que contenha algum carboidrato) a cada 3 ou 4 horas.</p>
<p><strong>Então, o uso de gomas de mascar melhora o hálito?</strong><strong><br />
</strong>Sim. Em primeiro lugar, age como um mascarador do hálito e, em segundo, o que é mais importante, aumenta a salivação.</p>
<p><strong>Tenho gastrite. Acho que é por isso que tenho mau hálito. O mau hálito pode vir do estômago?</strong><strong><br />
</strong>Não. È muito comum os pacientes pensarem dessa forma incorreta. Também é muito comum pacientes com gastrite terem mau hálito. Vamos explicar melhor esse mecanismo: à medida que a saburra se forma, ela passa a ser um meio propício também à instalação e à proliferação  de microorganismos causadores de doenças pulmonares, gastrintenais e até  mesmo de amigdalites e de doenças periodontais, No caso da relação halitose versus gastrite, a redução do fluxo salivar propicia a formação de saburra, a qual permite que o Helicobacter pilory se instale no dorso lingual, prolifere e aumente em número, podendo chegar ao estômago e desencadear a gastrite. Na verdade, a manutenção do fluxo salivar em condições normais não evita apenas a formação de saburra e mau hálito, mas também previne a possibilidade de o paciente se tornar predisposto a gastrite, pneumonia, amigdalite, periodontite etc.</p>
<p><strong>Já consultei vários profissionais sem ter a solução para o meu problema. Halitose tem cura?</strong><br />
Claro que tem cura. Às vezes, atingir a cura demanda um pouco mais do tempo, mas sempre existe a possibilidade de controle. A maior parte das pessoas crê que qualquer dentista está amplamente informado a respeito de mau hálito, o que nem sempre é verdade.<br />
O mesmo pode-se dizer em relação aos médicos. O atendimento nessa área é diferente do atendimento adontologico de rotina. Atualmente, muitos estão bastante interessados e estão investindo em conhecimento sobre o assunto. Assim, se o seu dentista não se achar em condições de lhe oferecer um excelente atendimento, com certeza saberá encaminhá-lo para um colega que tenha feito esse tipo de treinamento.</p>
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		<title>Traumatismos dentários</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 15:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Situações de emergência envolvendo a boca e os dentes quase sempre se transformam em experiências dramáticas para pais e crianças. As estatísticas mostram que cerca 14% das crianças e adolescentes passam, de alguma forma, por essas situações de emergência. Por isso, é importante estar preparado para se ter a atitude...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Situações de emergência envolvendo a boca e os dentes quase sempre se transformam em experiências dramáticas para pais e crianças. As estatísticas mostram que cerca 14% das crianças e adolescentes passam, de alguma forma, por essas situações de emergência.<br />
Por isso, é importante estar preparado para se ter a atitude correta num momento desses.<br />
Apresentaremos, assim os traumatismos mais comuns e qual a melhor atitude que deve ser tomada em tais circunstâncias.</p>
<p><strong>Cortes e sangramentos</strong><br />
Quando a criança sofre um traumatismo que provoca corte ou sangramento, deve-se colocar no lugar, sobre o ferimento, uma compressa de gaze ou pano limpo e  pressionar bem, para que o sangramento seja controlado. Muitas vezes é necessário suturar o ferimento, para que a cicatrização se processe de maneira adequada, e, tão logo seja possível, deve-se consultar um dentista.</p>
<p><strong>Os primeiros passos de uma criança</strong><br />
Os acidentes mais comuns que ocorrem na dentição de leite são os que envolvem bebês e crianças que estão aprendendo a andar.<br />
O dente amolece em seu alvéolo ou é deslocado de sua posição original podendo se deslocar para dentro do alvéolo (intruir) ou descer, dificultando o fechamento da boca.<br />
O dentista deve ser consultado, para que a extensão do dano seja avaliada. Muitas vezes, esse dano é maior do que aparenta ser.<br />
Freqüentemente, é preciso radiografar o dente e observar por um período determinado. O dentista deve também orientar os pais sobre sos cuidados a serem tomados na área afetada, assim como sobre futuros problemas que poderão comprometer a dentição permanente.</p>
<p><strong>Mudança de cor do dente que sofre traumatismo</strong><br />
É comum ocorrer, após 2 ou 3 dias do acidente, uma mudança de cor, um escurecimento da coroa do dente. Essa mudança pode se perpetuar; nesses casos, quase sempre há perda de vitalidade do dente, e um tratamento de canal se faz necessário.<br />
Nos dentes de leite, nem sempre uma mudança de cor da coroa significa perda da vitalidade e, em muitos casos, a cor poderá retornar ao seu normal. O dentista deve ser consultado, para ser feito o acompanhamento.</p>
<p><strong>Dente fraturado</strong><br />
É comum a fratura de um ou mais dentes em conseqüência de um traumatismo. Além disso, muitas vezes, pode ocorrer que o nervo do dente se danifique.<br />
Deve-se sempre consultar o dentista, para que ele possa avaliar  extensão do dano, tratar a fratura e prevenir eventualmente problemas da vitalidade futura do dente.<br />
A melhor maneira de se evitarem fraturas nos dentes é preveni-las; assim, no caso de esportes, como andar de bicicleta, andar de “skate”, basquete, vôlei, jogos de futebol ou “rúgbi” e outros esportes coletivos, é importante o uso de protetores bucais. Converse com o seu dentista a respeito.</p>
<p><strong>Perda total de um dente</strong><br />
Em certas circunstâncias, como impactos horizontais, é comum acontecer um deslocamento total do dente.<br />
É essencial que determinadas condutas sejam adotadas imediatamente, para que se aumentem as chances de salvar esse dente.<br />
Se o dente for de leite, a colocação deste volta em seu lugar não é indicada: a probabilidade de sucesso é mínima.<br />
No caso do dente permanente, o reimplante é indicado.</p>
<p>Para que se obtenha sucesso no reimplante, é necessário:</p>
<ul>
<li>Manter a calma e fazer a criança morder uma gaze ou um pano limpo, com pressão para que se possa controlar o sangramento.</li>
<li>Ache o dente.</li>
<li>Pegue o dente somente pela coroa. Não toque na raiz.<br />
Resíduos devem ser cuidadosamente retirados do dente com soro fisiológico ou leite morno. Não esfregue o dente.</li>
<li>Coloque o dente de volta no seu lugar (no alvéolo) na boca da criança. Não se esqueça: a parte cônvaca do dente é do lado de dentro da boca. Faça a criança morder uma gaze ou um pano limpo, para que o dente mantenha sua posição. Procure imediatamente um dentista.</li>
<li>Se você não conseguir colocar o dente em sua posição, mantenha-o em sua solução de soro fisiológico ou em leite morno ou mesmo na boca da criança (debaixo da língua)e procure imediatamente um dentista. O resultado final de um reimplante depende muito do período que o dente ficar fora do alvéolo e da conservação do mesmo nesse período. O dente deverá ficar fora de seu alvéolo o menor tempo possível.</li>
</ul>
<p>O dente reimplantado deverá ser “fixado” pelo dentista em sua posição e ter o seu canal tratado; mesmo assim, com o decorrer do tempo, haverá uma diminuição do tamanho de sua raiz. O tempo médio haverá uma diminuição do tamanho de sua raiz. O tempo médio da permanência de um dente reimplantado na boca é de 1 até 5 anos; muitas vezes, esse tempo é o necessário para que a oclusão se defina e novas condutas possam ser tomadas.</p>
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		<title>Conhecendo a placa de mordida</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 14:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é a placa de mordida? É um aparelho confeccionado em acrílico que é colocado sobre os dentes e que apresenta três funções principais: a primeira é a de proteger os dentes de se desgastarem em pacientes que apresentam parafunção, como o bruxismo (hábito de ranger os dentes): a...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a placa de mordida?</strong><br />
É um aparelho confeccionado em acrílico que é colocado sobre os dentes e que apresenta três funções principais: a primeira é a de proteger os dentes de se desgastarem em pacientes que apresentam parafunção, como o bruxismo (hábito de ranger os dentes): a segunda é a de aliviar as articulações temporomandibulares (localizadas em frente aos ouvidos) contra as forças excessivas que se formam durante a parafunção: e a terceira é a de introduzir o relaxamento da musculatura, o que ocorre em apenas alguns casos.</p>
<p><strong>Qual é a sua indicação?</strong><br />
A placa de mordida tem varias indicações. A mais comum é para pacientes que apresentam  bruxismo, com a finalidade de proteger os dentes do desgaste. Outra indicação importante é para pacientes que têm problemas nas articulações temporomandibulares e podem apresentar estalidos e travamento.</p>
<p><strong>Como deve ser utilizada?</strong><br />
A utilização da placa depende do diagnóstico. Para os pacientes que rangem os dentes à noite, o seu uso deve ser predominante noturno.</p>
<p><strong>Como deve ser a conservação da placa de mordida?</strong><br />
De manhã, a placa deve ser limpa com escova macia e sabonete ou pasta dental mantida dentro de um recipiente apropriado, com algodão umedecido.<br />
A placa resolve o problema da articulação temporomandibular?<br />
Não. O ato de ranger e apertar os dentes podem ser controlados ou reduzidos com o uso da placa de mordida, mas a resolução do problema ocorrerá com o passar do tempo, independentemente do uso da placa. Os problemas articulares poderão ser “acomodados” com a utilização da placa, pois são de auto-resolução e a placa será o agente responsável por reduzir os sintomas. Atualmente, considera-se a utilização da placa como um dos meios de controle dos problemas temporomandibulares.Outros meios de tratamento como fisioterapia, medicação e controle de estresse são também utilizados.</p>
<p><strong>Quando deve ser substituída?</strong><br />
Caso tenha sido confeccionada apropriadamente, a mesma placa pode ser utilizada durante todo o tratamento (aproximadamente 6 meses). Porém, se o tratamento se prolongar por mais tempo, se a placa fraturar, ficar amarelada ou com deposição de tártaro, ela deverá ser substituída.</p>
<p><strong>Quando a placa é indicada para dor de cabeça?<br />
</strong>A dor de cabeça pode ter inúmeras causas distintas. Feito o diagnóstico e constatada que a dor é de origem muscular ou articular, a placa pode ser um coadjuvante no tratamento, sendo que, geralmente, há também necessidade de medicamento ou fisioterapia.</p>
<p><strong>A placa deve ser mole ou dura?</strong><br />
Pode ser confeccionada em acrílico ou silicone. A placa de silicone é mais confortável, porém seus efeitos são menos controláveis e, por serem mais porosas, retêm mais bactérias e podem causar mau cheiro. Portanto, a placa de acrílico é a mais indicada na maioria dos casos.</p>
<p><strong>Por quanto tempo a placa deve ser utilizada?</strong><br />
A maioria dos problemas de desordem temporomandibular e dor orofacial pode ser controlada em um período médio de 6 meses de uso noturno. Entretanto, em alguns pacientes, devido a fatores como bruxismo exagerado, depressão e estresse, a placa poderá ser utilizada por um período mais prolongado, sob controle periódico do dentista.</p>
<p><strong>A placa de mordida necessita de manutenção?<br />
</strong>Conforme a musculatura relaxa ou a placa se desgasta, a oclusão se modifica, devendo, então, ser ajustada periodicamente.</p>
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		<title>Hábitos bucais</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 14:26:38 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Hábitos]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é preciso saber sobre hábitos?</strong><br />
O hábito é a repetição de um ato (por exemplo, sucção de chupeta), com uma determinada finalidade (por exemplo, carência afetiva). Alguns hábitos, com o decorrer do tempo podem-se tornarem indesejáveis; dentre eles, podemos citar o uso da mamadeira e da chupeta e a sucção do dedo.</p>
<p><strong>Por que é preciso se preocupar com eles?</strong><br />
A sucção de dedo, chupeta ou mamadeira é um fator que pode interferir no desenvolvimento da criança, podendo levar a alterações bucais, tais como: mordida aberta, mordida cruzada, inclinação dos dentes, diastemas, alterações no padrão de deglutinação etc.</p>
<p><strong>Essas alterações sempre ocorrem?<br />
</strong>Não. O hábito precisa de certa intensidade e freqüência ao longo do tempo para promover alterações.</p>
<p><strong>O que se pode fazer para prevenir essas alterações?</strong><br />
A criança com até 2 anos de idade encontra-se na fase orla, em que a satisfação é centrada na cavidade bucal. Portanto, a sucção é muito importante. Em algumas crianças essa necessidade é maior.  O importante é não deixar o habito se tornar um vicio.<br />
Esses hábitos devem ser removidos o quanto antes, e de forma gradativa, para que não se altere o equilíbrio psicológico e físico da criança.</p>
<p><strong>Caso existam alterações, o que pode ser feito?<br />
</strong>O odontopediatra orientará o que for melhor para cada caso, podendo encaminhar para outros profissionais, como o fonoaudiólogo e o psicólogo.</p>
<p><strong>Sempre é necessário o uso de aparelhos?</strong><br />
Não.Quando o hábito é removido aos 3 ou 4 anos de idade, alterações como a mordida aberta podem-se autocorrigir.</p>
<p><strong>É necessário o uso de chupeta?</strong><br />
Algumas crianças não fazem a sucção devida na  amamentação, sentindo necessidade de complementação com a sucção da chupeta ou do dedo.</p>
<p><strong>Como remover o hábito?</strong><br />
Sempre que possível, devemos conversar com a criança, explicando o porquê da remoção, fazendo reforços positivos, motivando com muito amor e compreensão.<br />
Deve-se usar muita criatividade, procurando distrair a criança.</p>
<p><strong>Como remover a mamadeira?</strong><br />
Podemos, ir diluindo, com água, o leite da mamadeira, deixando-a menos saborosa, até que fique só água. Motivar a criança a usar copo como bico especial, com desenhos etc.A criança pode estar utilizando o bico da mamadeira só para succionar, sem ter a necessidade de ingerir o leite.</p>
<p><strong>Como remover a chupeta?</strong><br />
Desde o nascimento, a criança não deve ser acostumada a ficar o tempo todo com a chupeta na boca &#8211; ela deve ser dada apenas em momentos de tensão; dessa forma, ela não ficará viciada no seu uso. Nunca oferecer mais de uma chupeta por vez e não deixar pendurada na roupa da criança, evitando que fique sempre a sua disposição. Quando o bebê adormecer, remover a chupeta da boca. Com esses cuidados, naturalmente a criança deixará de necessitar da chupeta.<br />
Caso já existam alterações bucais, deve-se procurar o profissional, e o habito deve ser removido o quanto antes, sempre se rejeitando a individualidade da criança, procurando mostrar-lhe o problema causado e incentivando-a a largar a chupeta.</p>
<p><strong>Como remover o hábito de sucção do dedo?</strong><br />
Devemos evitar a instalação do hábito de sucção de dedo, pois a sua remoção é mais difícil, já que o dedo está sempre á disposição. Muitas vezes, é necessário o auxilio do psicólogo, pois o componente emocional é maior.</p>
<p><strong>É preciso procurar ajuda profissional?</strong><br />
O profissional tem um papel importante na orientação e remoção desses hábitos. Ele ajuda os pais, orientando sobre qual a melhor conduta e maneira de conversar com a criança, evitando a chantagem, a punição e a  repressão. O profissional motivará a criança com modelos, fotos, pastas de motivação, histórias etc.</p>
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