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	<title>ASA - Odontologia &#187; Dor de dente</title>
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		<title>Adoçantes &#8211; Perguntas e Respostas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2016 17:25:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O adoçante substitui o açúcar? O adoçante é considerado um substituto do açúcar em relação ao paladar, no entanto, é preciso esclarecer que, enquanto o açúcar é calórico, os adoçantes podem ou não conter calorias. Os adoçantes evitam a cárie dental? O açúcar ou sacarose é o alimento principal das...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O adoçante substitui o açúcar?</strong><strong><br />
</strong>O adoçante é considerado um substituto do açúcar em relação ao paladar, no entanto, é preciso esclarecer que, enquanto o açúcar é calórico, os adoçantes podem ou não conter calorias.</p>
<p><strong>Os adoçantes evitam a cárie dental?</strong><br />
O açúcar ou sacarose é o alimento principal das bactérias que provocam cárie. Os adoçantes não são aproveitados por elas da mesma forma; logo, quando há oferta de adoçantes substituindo a sacarose, o número de bactérias diminui. No entanto, é muito importante lembrar que vários fatores atuam em conjunto para  provocar a cárie; assim, a prevenção não pode ser direcionada para um único fator. Além disso, a substituição da sacarose por outros tipos de carboidratos mais complexos  ( menos utilizados pelas bactérias), seria a escolha mais saudável.</p>
<p><strong>Os adoçantes têm contra-indicação para a saúde geral?</strong><strong><br />
</strong>Desde que os adoçantes sejam ingeridos dentro da qualidade recomendada (muitos produtos dietéticos possuem em seu rótulo a dose máxima diária), não há problema. Deve-se tomar cuidado com adoçantes constituídos de álcool poliídrico (sorbitol, xilitol, malititol), que não devem ultrapassar a dose de 50 g/dia sob risco de provocarem diarréia. Outro fato a ser lembrado é que o espartame, por ter fenilalanina, é contra-indicado para pacientes fenilcetonúricos (que não conseguem metabolizar a fenilalanina), sendo este distúrbio muito raro na população.</p>
<p><strong>As crianças podem ingerir adoçantes?</strong><br />
Sim, as crianças podem ingerir adoçantes, mas normalmente recomenda-se apenas para aquelas que realmente têm indicação para o seu uso, como as diabéticas e, em algumas situações, as obesas (indicação médica).<br />
No entanto, em relação ás crianças com risco aumentado para cárie dental, o ideal é manter um controle na ingestão de sacarose, tanto na freqüência quanto na quantidade, e reforçar os outros meios preventivos.</p>
<p><strong>O açúcar em forma  de sacarose faz falta para crianças?</strong><strong><br />
</strong>O açúcar é um alimento considerado uma fonte importante de carboidrato de absorção rápida. Atualmente, têm-se dado maior ênfase á utilização de carboidratos complexos em detrimento dos simples (de absorção rápida), não apenas devido ao aumento da prevalência de obesidade infantil, mas também como uma  forma de prevenção de cárie. Portanto desde que os carboidratos sejam consumidas na quantidade recomendada (55-60% do valor calórico total da dieta), não há necessidade de se consumir especificamente o açúcar, podendo ser ingerido outro tipo de alimento que seja fonte desse nutriente, principalmente os não-processados, como os integrais.</p>
<p><strong>O uso indiscriminado de refrigerantes diet (com adoçante) faz mal à saúde?</strong><br />
Como ocorre com qualquer alimento, o uso indiscriminado dos adoçantes não é indicado, devendo, portanto, haver moderação. Alguns adoçantes sintéticos como aspartame, sacarina, acesulfame-K e sucralose são aproveitados pela Food and Drug Administration (FDA) e, portanto, têm uma regulamentação maior para às doses máximas recomendadas. Os estevosídeos (stévia), apesar de muito utilizados na América do Sul, não são aprovados pela FDA e, portanto, não tem uma regulamentação específica quanto as doses máximas permitidas. O ciclamato de sódio foi proibido pelo FDA, mas novos estudos comprovaram que a dose tóxica é muito alta, e por isso, cogita-se a sua reaprovação. Os refrigerantes diet utilizam, em geral, uma mistura de aspartame, sacarina e ciclamato de sódio. A chance de se chegar á uma dose desses componentes é, praticamente, teórica.<br />
Levando-se em conta que os estudos ora aprovam, ora condenam os diversos adoçantes, e tendo em vista que os órgãos controladores seguem os estudos para aprovarem ou não o uso.o mais sensato é utilizar pouco.</p>
<p><strong>E em relação aos chicletes “sugar-free”?</strong><br />
São melhores que os que possuem açúcar, mas deve ser observada a quantidade recomendada. Além disso, o fato de não terem açúcar e estimularem a salivação faz com que ajudem na proteção contra a cárie. Isso vale principalmente para o chiclete com xilitol, pois esse adoçante tem uma ação antibacteriana.</p>
<p><strong>As gestantes podem consumir produtos com adoçantes?</strong><br />
Sim, desde que tenham orientação para a ingestão de uma dieta equilibrada e não utilizem esses produtos em excesso. O espartame poderia trazer problema no caso de  a criança ser fenilcetonúrica, mas esse distúrbio, como dissemos, é muito raro. A sucralose (splenda)é liberada pela FDA para gestantes, pois ela não é absorvida no intestino.</p>
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		<title>ATM &#8211; Perguntas e Respostas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2016 17:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é ATM? ATM é a abreviatura de “Articulação Temporo Mandibular”. Essa articulação situa-se logo á frente do ouvido e é responsável pelos movimentos executados pela mandíbula. Qual é a principal característica de um paciente que tem problemas de ATM? O principal indicativo de uma alteração na ATM é...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é ATM?</strong><br />
ATM é a abreviatura de “Articulação Temporo Mandibular”. Essa articulação situa-se logo á frente do ouvido e é responsável pelos movimentos executados pela mandíbula.</p>
<p><strong>Qual é a principal característica de um paciente que tem problemas de ATM?</strong><strong><br />
</strong>O principal indicativo de uma alteração na ATM é o estalido (clique), normalmente acompanhado de dor que se manifesta na cabeça, face, pescoço, olhos e dentes. A ausência de dor não é sinal de normalidade. O estalido (clique), por si só, já traduz problemas nas ATMs.</p>
<p><strong>Quais as principais causas dos problemas de ATMs?</strong><strong><br />
</strong>Toda e qualquer doença necessita de mais de um fator para sua ocorrência. O fator principal deve ser acompanhado dos fatores que contribuem, modificam ou perpetuam a doença. No caso da disfunção das ATMs, acredita –se que o fator principal seja a maloclusão (relacionamento inadequado entre os dentes da maxila e mandíbula), sendo o “stress”, os hábitos parafuncionais e algumas doenças sistêmicas ou hormonais  capazes de contribuir, modificar ou perpetuar o seu aparecimento. Contudo, sabe –se que a ordem dos fatores principais e secundários  pode alterar-se, havendo diferentes pesos no julgamento  de quem é o agente iniciador da disfunção.</p>
<p><strong>Por que acontece o estalido (clique) nas ATMs?</strong><br />
Entre as faces articulares dos ossos que compõem as ATMs, (osso temporal e côndilo da mandíbula), existe uma estrutura fibrocartilaginosa chamada disco e amoldar as superfícies ósseas incongruentes da articulação, evitando traumas e desgastes prematuros.<br />
Quando o disco articular se desloca de sua posição fisiológica  acontece o estalido (clique), notado nos movimentos mandibulares, tais como: falar, mastigar, cantar, bocejar etc.</p>
<p><strong>Por que o problema de ATM pode causar dor de cabeça?</strong><br />
As dores de cabeça provenientes das disfunções de ATM, em geral, não são propriamente de cabeça: são dores nos músculos que envolvem a cabeça.<br />
Posições posturais viciosas, relacionamento dental inadequado, apertamento e/ou ranger os dentes, associados aos “stress”, normalmente culminam em quadros crônicos de dores nos músculos da face, da cabeça e do pescoço.</p>
<p><strong>Por que o problema de ATM pode causar dor de ouvido?</strong><strong><br />
</strong>A proximidade entre a ATM e o ouvido pode ocasionalmente confundir o paciente sobre o local de origem da dor. Na realidade, a dor de ouvido é diferente da dor de ATM. Como diagnóstico diferencial, as disfunções das ATMs não manifestam febre,não eliminam secreção pelos ouvidos e não são acompanhadas por quadros infecciosos das vias aéreas superiores.</p>
<p><strong>Existe uma relação entre dentes e ATM?</strong><br />
Sim. O “encaixe dental” (oclusão) é responsável pela posição do côndilo (cabeça da mandíbula) dentro da articulação. Ocluir os dentes mais para frente, para traz ou para os lados traz conseqüências para as ATMs. O ideal é que a oclusão tenha um relacionamento adequado, para manter côndilo e disco articular harmônicos e bem posicionado entre si, a fim de que a articulação seja saudável.</p>
<p><strong>Qual é o tratamento indicado?</strong><strong><br />
</strong>Promover uma oclusão dentária que permitia um bom relacionamento entre as estruturas da ATM e remover os fatores que possam estar associados ao problema.</p>
<p><strong>Quais são as conseqüências do não- tratamento?</strong><br />
A disfunção temporomandibular é uma doença que, depois de instalada, é quase sempre progressiva.O que não se consegue determinar com exatidão é a sua velocidade de progressão e as suas conseqüências. Portanto, o ideal é o tratamento precoce, ou certamente proporciona melhores soluções e resultados.</p>
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		<title>Desmistificando o tratamento de canal</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2015 18:59:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é o tratamento de canal? Ele consiste na remoção da polpa dental, uma estrutura viva que contém, entre outros elementos, nervos e vasos sangüíneo. Por que um dente necessita de tratamento de canal? De modo geral, o tratamento é indicado em duas situações: 1)quando a polpa vital se...</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é o tratamento de canal?</strong><strong><br />
</strong>Ele consiste na remoção da polpa dental, uma estrutura viva que contém, entre outros elementos, nervos e vasos sangüíneo.</p>
<p><strong>Por que um dente necessita de tratamento de canal?</strong><br />
De modo geral, o tratamento é indicado em duas situações: 1)quando a polpa vital se apresenta inflamada, com dor espontânea (pulpite) em decorrência da exposição da dentina por cárie profunda, fratura da coroa, retração gengival etc; ou 2) quando a polpa perde a vitalidade (polpa necrosada) e compromete a estrutura que envolve a raiz, provocando inflamação da membrana periodontal e do osso de modo assintomático (granulomas e cistos) ou com dor (abscesso).</p>
<p><strong>O dente que apresenta tratamento de canal é considerado um dente morto?</strong><strong><br />
</strong>Não, pois embora o dente não contenha mais a estrutura vital no seu interior (a polpa), o dente é envolvido em toda a sua superfície externa por um ligamento vivo (membrana periodontal), permitindo que esse elemento dental continue a executar suas funções normais sem nenhum prejuízo.</p>
<p><strong>O tratamento de canal enfraquece os dentes?</strong><br />
O que causa enfraquecimento do dente é a perda da estrutura dental causada geralmente pela cárie que, por sua vez, leva o dente a necessitar do tratamento de canal.</p>
<p><strong>Quantas sessões são necessárias para realização do tratamento de canal?</strong><strong><br />
</strong>Se profissionalmente tiver experiência e habilidade suficientes, pode realizar o tratamento de canal em apenas uma sessão, especialmente se o dente não estiver infectado (se não houver presença de bactérias no canal). Na presença de pus, hemorragia persistente, tumefação ou em retratamentos e casos especiais, os tratamentos de canal podem ser realizados em sessões múltiplas.</p>
<p><strong>Por que algumas vezes é necessário realizar o retratamento do canal?</strong><br />
Quando o tratamento de canal anterior não foi bem executado por algum motivo (dificuldades anatômicas, raízes com curvaturas acentuadas, canais calcificados etc.,ou quando o dente não foi devidamente restaurado, pode ocorrer a recontaminação do canal pelas bactérias presentes na saliva, levando à necessidade de retratamento.</p>
<p><strong>O dente com canal tratado pode voltar a doer algum dia?</strong><br />
Sim. Mesmo que o tratamento de canal tenha sido bem executado, o dente pode voltar a doer se não receber restauração definitiva ou se ocorrer uma cárie profunda, permitindo a recontaminação do canal.</p>
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		<title>Anestesia</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2015 19:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>
		<category><![CDATA[Gengiva]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é anestesia? É o ato se suprimir os estímulos dolorosos através de um medicamento anestésico. Qualquer pessoa pode tomar anestesia? Antes disso, a pessoa deve responder a um breve questionário de saúde, padronizado pela ASA (Sociedade Americana de Anestesiologia), que determina o risco anestésico e cirúrgico. Com base...</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é anestesia?</strong><br />
É o ato se suprimir os estímulos dolorosos através de um medicamento anestésico.</p>
<p><strong>Qualquer pessoa pode tomar anestesia?</strong><br />
Antes disso, a pessoa deve responder a um breve questionário de saúde, padronizado pela ASA (Sociedade Americana de Anestesiologia), que determina o risco anestésico e cirúrgico. Com base em suas respostas, o profissional terá condições de informar se ela está  apta a submeter-se a tratamento  odontológico com anestesia. Mas, para seu conforto, já lhe adianto que esse procedimento é muito seguro e que a variedade de medicamentos disponíveis proporciona muita segurança.</p>
<p><strong>Existe contra -indicação?</strong><br />
Sim, elas podem estar relacionadas ao agente anestésico ou ao vasoconstritor. Com relação ao vasoconstritor, os pacientes com pressão alta não tratada ou não controlada, doenças cardíacas graves, diabetes mellitus não controlada, hipertireoidismo, feocromocitoma, sensibilidade aos sulfitos e usuários de antidepressivos tricíclicos, compostos fenotiazínicos, cocaína e “crack”, têm limitações no uso de anestésicos.  </p>
<p><strong>Uma pessoa com 70 anos também pode tomar anestesia?</strong><br />
Com o passar da idade, muitas alterações podem aparecer, as quais podem contra-indicar ou não o procedimento. Como foi explicado no item acima, se o paciente apresentar alguma dessas alterações, o uso do anestésico pode estar temporariamente contra-indicado. Nesse caso ele é encaminhado ao profissional médico habilitado e, após a sua liberação, o procedimento de anestesia é realizado.</p>
<p><strong>Gestantes podem tomar anestesia?</strong><br />
Sim, o estado de gravidez não contra-indica o procedimento anestésico. Porém, se for possível, é mais aconselhável o uso de anestesia entre o terceiro e o sexto mês de gestação.</p>
<p><strong>Existe o risco de choque anafilático?</strong><br />
Sim, porém é muito pequeno, uma vez que as respostas ao questionário de saúde orientam o profissional sobre o possível risco de choque anafilático.</p>
<p><strong>Quais são os tipos de anestesia?</strong><br />
De uma maneira bem abrangente, a anestesia pode ser local ou geral. A anestesia local é administrada pelo cirurgião -dentista no próprio consultório.A geral deve ser feita pelo médico anestesista em hospital ou clínicas apropriadas.</p>
<p><strong>O que é sedação consciente?</strong><br />
È um procedimento realizado pelo cirurgião-dentista e pelo médico anestesista, a fim de proporcionar maior conforto ao paciente, em casos de pacientes ansiosos ou com medo de ir ao dentista.Esse procedimento é realizado combinando-se a ação do anestesista (através de medicamentos relaxantes) com a do cirurgião-dentista (por meio de anestésicos locais), proporcionando conforto e eficiência anestésica em grandes procedimentos ambulatoriais.</p>
<p><strong>Por que, às vezes, a anestesia demora mais para passar? </strong><br />
Provavelmente devido ao tipo de tratamento realizado. O profissional irá escolher o tipo de técnica, a quantidade e o medicamento. Nesse caso, quando o procedimento é simples, geralmente a anestesia passa rapidamente, ao contrário do que acontece em procedimentos longos, nos quais o profissional necessita de maior quantidade de anestésico.</p>
<p><strong>Qual é a quantidade máxima de anestésico que se pode tomar?</strong><br />
Geralmente, os medicamentos são feitos para, em média, serem administrados 10 tubetes de anestésico em dose de segurança. Deve-se lembrar que o medicamento é composto pelo agente anestésico e pelo vasoconstritor. Em alguns casos em que está contra -indicado ou restrito o uso do vasoconstritor, a quantidade deve ser diminuída.</p>
<p><strong>Existe algum aparelho que aplique a anestesia para proporcionar conforto?</strong><br />
 Sim. O conforto durante a anestesia é estabelecido quando uma pequena quantidade de anestésico é injetada continuamente por um maior período de tempo. Um aparelho dotado de microprocessador pode injetar a anestesia de forma lenta e continua, diminuindo o desconforto do procedimento de anestesia. </p>
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		<title>Cuidados após o tratamento de canal</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2015 19:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após o tratamento de canal, o dente necessita de cuidados especiais? Sim. O primeiro cuidado é restaurar o dente o mais breve possível para evitar a fratura da coroa e a recontaminação do canal por microorganismos da saliva. Outro cuidado que se deve tomar é fazer controle clínico-radiográfico após 6...</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Após o tratamento de canal, o dente necessita de cuidados especiais?</strong><br />
Sim. O primeiro cuidado é restaurar o dente o mais breve possível para evitar a fratura da coroa e a recontaminação do canal por microorganismos da saliva. Outro cuidado que se deve tomar é fazer controle clínico-radiográfico após 6 meses. Se o dente apresenta lesão óssea perirradicular, os controles são realizados a cada 6 meses até o desaparecimento da lesão. Se essa lesão não diminuir ou não desaparecer no período de 2 anos, é recomendável que se repita o tratamento de canal ou se faça a cirurgia apical, para evitar a extração do dente.</p>
<p><strong>Uma infecção na raiz pode prejudicar a saúde?</strong><br />
Sempre que há infecção na raiz a lesão óssea visível na radiografia significa que a polpa está infectada com bactérias no interior do canal. Essa inflamação óssea pode permanecer por vários anos sem causar dor e danos á saúde, pois o sistema de defesa do nosso organismo está sendo capaz de neutralizar as toxinas liberadas pelas bactérias. Entretanto, quando ocorre a queda da resistência orgânica, esses microorganismos podem desencadear uma inflamação aguda no osso, acompanhada de dor e edema (inchaço), além de ocorrer penetração das bactérias na corrente sangüínea (bacteremia). Porém, felizmente, em pessoas saudáveis sem complicações de ordem sistemática, essas bactérias circulam por todo corpo e são eliminadas pelas células de defesa em poucos minutos.</p>
<p><strong>Pode voltar a doer um dente com canal tratado?</strong><br />
O tratamento de canal tem um alto índice de sucesso, mas, em alguns casos,o dente pode voltar a doer por diversos motivos; falha do tratamento anterior; dentes com raízes muito curvas(anatomia complicada); canais calcificados; quebra ou ausência da restauração do dente com canal tratado, com conseqüentemente recontaminação do canal etc.</p>
<p><strong>A diabete contra-indica o tratamento de canal?</strong><br />
Se a diabete estiver controlada ou compensada, o tratamento pode ser realizado sem problemas, porém é importante tomar cuidado ao medicar com antiinflamatórios, pois está contra-indicado ao uso de cortisona.</p>
<p><strong>Se o paciente tem problemas cardíacos, deve-se tomar algum cuidado especial para realizar o tratamento de canal?</strong><br />
Em pacientes com problemas cardíacos que já se submeteram à cirurgia ou que possuem defeitos congênitos como prolapso da válvula mitral, é necessário o uso de antibioticoterapia profilática. Essa precaução deve ser tomada não somente quando se realiza tratamento de canal, mas também em qualquer outro tipo de intervenção dentária, como tratamentos de gengiva, extrações, colocação de implantes, reimplantes etc. Como foi dito anteriormente, quando se instrumenta o canal infectado, ocorre a bacteremia. Essas bactérias que penetram são jogadas na corrente sangüínea; se encontrarem condições favoráveis, tendem a se alojar e a se multiplicar nesses locais, podendo causar graves doenças, com o a endocardite. Na dúvida, o médico deve ser consultado.</p>
<p><strong>No caso do reumatismo infeccioso, é melhor remover o dente ou tentar o tratamento de canal? </strong><br />
Pode ser tentado o tratamento de canal, desde que se faça medicação profilática com antibióticos, já que o reumatismo infeccioso é provocado por bactérias que são encontradas na cavidade bucal.</p>
<p><strong>No caso de um dente reimplantado após trauma, o tratamento de canal assegura o sucesso do reimplante?</strong><br />
Se o dente avulsionado por um trauma for reimplantado imediatamente ou dentro de 30 minutos e, nesse caso, mantido na boca (saliva) ou armazenado em meio úmido (água, soro fisiológico, leite), a chance de se obter sucesso é muito alta. Como ocorre ruptura dos vasos sangüíneos e nervos, o tratamento de canal é necessário e deve ser realizado no período de uma semana a 10 dias para assegurar o sucesso do reimplante.</p>
<p><strong>No caso de fratura acidental da coroa de um dente permanente que acabou de erupcionar, é preciso fazer o tratamento de canal? Esse dente vai continuar sua erupção? </strong><br />
Mesmo que haja exposição da polpa (nervo do dente), com sangramento, o tratamento de canal não deve ser realizado, pois a raiz não está totalmente formada. Nesses casos, realiza-se somente a remoção da polpa radicular para que a raiz complete sua formação. É importante que, durante esse período, seja realizado um acompanhamento com radiografias e testes com gelo para verificar a vitalidade do dente.</p>
<p><strong>Um dente com canal tratado tem a mesma resistência que um dente sem canal tratado?</strong><br />
O índice de sucesso do tratamento de canal é alto (por volta de 90%) e o dente pode permanecer na boca por tanto tempo quanto um dente íntegro. É bom lembrar que o tratamento de canal não enfraquece o dente. O que causa enfraquecimento é a  perda de estrutura dental causada geralmente pela cárie, que por sua vez, leva o dente a necessitar da intervenção endodôntica</p>
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		<item>
		<title>Traumatismos dentários</title>
		<link>http://www.asaodontologia.com.br/?p=129</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 15:19:01 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Situações de emergência envolvendo a boca e os dentes quase sempre se transformam em experiências dramáticas para pais e crianças. As estatísticas mostram que cerca 14% das crianças e adolescentes passam, de alguma forma, por essas situações de emergência. Por isso, é importante estar preparado para se ter a atitude...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Situações de emergência envolvendo a boca e os dentes quase sempre se transformam em experiências dramáticas para pais e crianças. As estatísticas mostram que cerca 14% das crianças e adolescentes passam, de alguma forma, por essas situações de emergência.<br />
Por isso, é importante estar preparado para se ter a atitude correta num momento desses.<br />
Apresentaremos, assim os traumatismos mais comuns e qual a melhor atitude que deve ser tomada em tais circunstâncias.</p>
<p><strong>Cortes e sangramentos</strong><br />
Quando a criança sofre um traumatismo que provoca corte ou sangramento, deve-se colocar no lugar, sobre o ferimento, uma compressa de gaze ou pano limpo e  pressionar bem, para que o sangramento seja controlado. Muitas vezes é necessário suturar o ferimento, para que a cicatrização se processe de maneira adequada, e, tão logo seja possível, deve-se consultar um dentista.</p>
<p><strong>Os primeiros passos de uma criança</strong><br />
Os acidentes mais comuns que ocorrem na dentição de leite são os que envolvem bebês e crianças que estão aprendendo a andar.<br />
O dente amolece em seu alvéolo ou é deslocado de sua posição original podendo se deslocar para dentro do alvéolo (intruir) ou descer, dificultando o fechamento da boca.<br />
O dentista deve ser consultado, para que a extensão do dano seja avaliada. Muitas vezes, esse dano é maior do que aparenta ser.<br />
Freqüentemente, é preciso radiografar o dente e observar por um período determinado. O dentista deve também orientar os pais sobre sos cuidados a serem tomados na área afetada, assim como sobre futuros problemas que poderão comprometer a dentição permanente.</p>
<p><strong>Mudança de cor do dente que sofre traumatismo</strong><br />
É comum ocorrer, após 2 ou 3 dias do acidente, uma mudança de cor, um escurecimento da coroa do dente. Essa mudança pode se perpetuar; nesses casos, quase sempre há perda de vitalidade do dente, e um tratamento de canal se faz necessário.<br />
Nos dentes de leite, nem sempre uma mudança de cor da coroa significa perda da vitalidade e, em muitos casos, a cor poderá retornar ao seu normal. O dentista deve ser consultado, para ser feito o acompanhamento.</p>
<p><strong>Dente fraturado</strong><br />
É comum a fratura de um ou mais dentes em conseqüência de um traumatismo. Além disso, muitas vezes, pode ocorrer que o nervo do dente se danifique.<br />
Deve-se sempre consultar o dentista, para que ele possa avaliar  extensão do dano, tratar a fratura e prevenir eventualmente problemas da vitalidade futura do dente.<br />
A melhor maneira de se evitarem fraturas nos dentes é preveni-las; assim, no caso de esportes, como andar de bicicleta, andar de “skate”, basquete, vôlei, jogos de futebol ou “rúgbi” e outros esportes coletivos, é importante o uso de protetores bucais. Converse com o seu dentista a respeito.</p>
<p><strong>Perda total de um dente</strong><br />
Em certas circunstâncias, como impactos horizontais, é comum acontecer um deslocamento total do dente.<br />
É essencial que determinadas condutas sejam adotadas imediatamente, para que se aumentem as chances de salvar esse dente.<br />
Se o dente for de leite, a colocação deste volta em seu lugar não é indicada: a probabilidade de sucesso é mínima.<br />
No caso do dente permanente, o reimplante é indicado.</p>
<p>Para que se obtenha sucesso no reimplante, é necessário:</p>
<ul>
<li>Manter a calma e fazer a criança morder uma gaze ou um pano limpo, com pressão para que se possa controlar o sangramento.</li>
<li>Ache o dente.</li>
<li>Pegue o dente somente pela coroa. Não toque na raiz.<br />
Resíduos devem ser cuidadosamente retirados do dente com soro fisiológico ou leite morno. Não esfregue o dente.</li>
<li>Coloque o dente de volta no seu lugar (no alvéolo) na boca da criança. Não se esqueça: a parte cônvaca do dente é do lado de dentro da boca. Faça a criança morder uma gaze ou um pano limpo, para que o dente mantenha sua posição. Procure imediatamente um dentista.</li>
<li>Se você não conseguir colocar o dente em sua posição, mantenha-o em sua solução de soro fisiológico ou em leite morno ou mesmo na boca da criança (debaixo da língua)e procure imediatamente um dentista. O resultado final de um reimplante depende muito do período que o dente ficar fora do alvéolo e da conservação do mesmo nesse período. O dente deverá ficar fora de seu alvéolo o menor tempo possível.</li>
</ul>
<p>O dente reimplantado deverá ser “fixado” pelo dentista em sua posição e ter o seu canal tratado; mesmo assim, com o decorrer do tempo, haverá uma diminuição do tamanho de sua raiz. O tempo médio haverá uma diminuição do tamanho de sua raiz. O tempo médio da permanência de um dente reimplantado na boca é de 1 até 5 anos; muitas vezes, esse tempo é o necessário para que a oclusão se defina e novas condutas possam ser tomadas.</p>
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		<title>Apicetomia</title>
		<link>http://www.asaodontologia.com.br/?p=126</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 15:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é apicetomia? É uma doença que tem por finalidade a remoção de lesão que se forma no ápice (ponta da raiz do dente). Existem dois tipos básicos de cirurgia: uma que apenas remove a lesão através de curetagem e outra que, além disso, remove o ápice da raiz....</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é apicetomia?</strong><br />
É uma doença que tem por finalidade a remoção de lesão que se forma no ápice (ponta da raiz do dente). Existem dois tipos básicos de cirurgia: uma que apenas remove a lesão através de curetagem e outra que, além disso, remove o ápice da raiz.</p>
<p><strong>Por que ocorre essa lesão na ponta da raiz?</strong><br />
Nessa região da raiz, existe um orifício pelo qual passam vasos e nervos que vão nutrir a polpa dentária. Quando a polpa está infectada, região do ápice também poderá estar infectada e aí se forma um processo inflamatório.</p>
<p><strong>Como isso é resolvido?</strong><br />
Normalmente, apenas a remoção da polpa dentária e a desinfecção do canal (tratamento de canal) são suficientes para promover a cura.</p>
<p><strong>Então, por que é necessário realizar a cirurgia?<br />
</strong>Porque nem sempre só com tratamento consegue-se eliminação da lesão no ápice da raiz.</p>
<p><strong>Essa lesão causa dor?</strong><br />
Nem sempre. Muitas vezes, ela é assintomática, de desenvolvimento gradual e lento, provocando destruição óssea da região.Na maioria das vezes, apenas com a radiografia essa lesão poderá ser percebida.</p>
<p><strong>Não há outros recursos? Tomar antibióticos resolve?</strong><br />
A prescrição de antibióticos em determinadas circunstâncias é um bom auxiliar; porém, a intervenção cirúrgica é necessária para a cura completa. Através dela, removem-se tecidos contaminados que estão fora do alcance das medicações.</p>
<p><strong>O problema estará resolvido definitivamente com essa cirurgia?</strong><br />
Dificilmente ocorrerá recidiva do processo. Esse fato é mais freqüente quando apenas se faz a curetagem sem a remoção da ponta da raiz. Aconselha-se controle radiográfico periódico.</p>
<p><strong>O dente ficará menos resistente a formas mastigatórias?</strong><br />
Não. Ficará menos resistente, certamente, se a lesão progredisse em volta da raiz, por falta de tratamento.</p>
<p><strong>Poderá ser realizado em qualquer tipo de dente?</strong><br />
O acesso é mais fácil nos dentes anteriores superiores. Dependendo da anatomia e das condições locais, é possível que essa cirurgia seja realizada em outros dentes.</p>
<p><strong>É uma cirurgia complicada?</strong><br />
Não é uma cirurgia complicada, pois não existe grande manipulação dos tecidos.</p>
<p><strong>O que se sente nas horas seguintes à cirurgia?</strong><br />
Normalmente, o pós-operatório é indolor ou provoca um desconforto mínimo, o que se resolve com analgésicos.</p>
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		<title>Os medicamentos e a formação dental</title>
		<link>http://www.asaodontologia.com.br/?p=123</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 15:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Existe algum medicamento que deve ser evitado antes da gravidez? Qual o período de segurança? A prescrição de medicamentos a mulheres em idade reprodutiva deve ser cautelosa, pois é freqüente o diagnostico de gravidez no transcorrer do primeiro trimestre, o período mais critico do desenvolvimento fetal. Portanto, as drogas cujos...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Existe algum medicamento que deve ser evitado antes da gravidez? Qual o período de segurança?</strong><br />
A prescrição de medicamentos a mulheres em idade reprodutiva deve ser cautelosa, pois é freqüente o diagnostico de gravidez no transcorrer do primeiro trimestre, o período mais critico do desenvolvimento fetal. Portanto, as drogas cujos efeitos são conhecidos poderão ser ingeridas, mas algumas deverão sofrer restrições quanto à sua utilização. Quanto às drogas novas, deve haver cautela em seu uso. O médico ou o dentista deve ser consultado, pois existem medicamentos que permanecem no organismo por longos períodos, o que torna a sua ingestão perigosa nos períodos próximos à gravidez.</p>
<p><strong>Qual o período da gravidez em que o feto está mais vulnerável à ação prejudicial de medicamentos ingeridos pela mãe?<br />
</strong>Os medicamentos são responsáveis por 2% a 3% dos casos de malformação em bebês, e podem provocar a morte do feto nos primeiros dias de gestação. Os maiores riscos ocorre nos três primeiros meses e nos três últimos meses de gestação.</p>
<p><strong>Quais os medicamentos que, ingeridos na gravidez, prejudicam o feto?</strong><br />
Nenhum medicamento deveria, a rigor, ser ingerido durante a gravidez, e mesmo aqueles indicados devem ser utilizados somente nos casos de real necessidade, tendo em vista que a maioria das substancias utilizadas com finalidade terapêutica passam s mãe para o feto.</p>
<p><strong>Na obrigatoriedade de tomá-los, quais seriam os efeitos colaterais?</strong><br />
Até aproximadamente 15 dias após a fecundação, a atuação da droga pode determinar a morte do feto. Após esse período, os medicamentos provocam malformações: isso ocorre até aproximadamente 60 dias após a fecundação. A partir daí, no período de crescimento e no final da gravidez, as manifestações podem ser de deficiência funcional.</p>
<p><strong>O que pode ser ingerido na gravidez para favorecer a formação dos dentes da criança?</strong><br />
Seguramente os compostos polivitaminicos e o flúor ( se usado corretamente), além, evidentemente, de uma boa alimentação. A prescrição desses medicamentos deve ser realizada pelo médico ou pelo dentista.</p>
<p><strong>Quais os medicamentos que, ingeridos pela mãe após o parto, podem “passar” para o recém-nascido, via amamentação, e alterar de alguma maneira a formação dental?</strong><br />
Praticamente todos os medicamentos ingeridos pela mãe no período pós-parto podem passar para o recém-nascido. Durante a amamentação, a ingestão de medicamentos deve ser acompanhada pelo médico responsável, para que não corram manifestações tóxicas que comprometam o desenvolvimento intelectual, social ou funcional da criança. No aspecto funcional incluímos o órgão dental, que pode apresentar alterações morfológicas e estéticas devido ao uso de alguns medicamentos.</p>
<p><strong>Na infância (de 0 a 5 anos), quais as precauções que devem ser tomadas antes da ingestão de remédios?</strong><br />
Nessa faixa etária, as crianças não podem ser consideradas um adulto em miniatura. O funcionamento do organismo das crianças é diferente do dos pacientes adultos. Os medicamento utilizados devem ser preferencialmente poucos efeitos colaterais. Os pais, antes de medicar seus filhos, devem sempre consultar o médico ou o dentista.</p>
<p><strong>Os antibióticos mancham ou enfraquecem os dentes?</strong><br />
Geralmente, não. Somente o grupo químico das tetraciclinas, pois esses medicamentos dificultam a formação do esmalte (porção brilhante e esbranquiçada) e da dentina (porção situada abaixo do esmalte) quando o dente está em formação, provocando alterações na estrutura e na cor dos mesmos.<br />
As tetraciclinas devem ser evitadas durante a gestação e na infância. Por essa razão, os pais não devem administrar antibióticos aos seus filhos antes de consultar o médico ou o dentista.</p>
<p><strong>Como saber se a alteração dental (manchas, por exemplo) foi causada pelo remédio?<br />
</strong>Somente o dentista poderá, eventualmente, identificar o agente responsável pela alteração da cor do dente.Para tanto, o profissional realizará um criterioso exame clinico, pesquisará os acontecimentos que antecederam a alteração a alteração e que ocorreram durante a formação do dente.</p>
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		<title>Conhecendo a placa de mordida</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 14:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é a placa de mordida? É um aparelho confeccionado em acrílico que é colocado sobre os dentes e que apresenta três funções principais: a primeira é a de proteger os dentes de se desgastarem em pacientes que apresentam parafunção, como o bruxismo (hábito de ranger os dentes): a...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a placa de mordida?</strong><br />
É um aparelho confeccionado em acrílico que é colocado sobre os dentes e que apresenta três funções principais: a primeira é a de proteger os dentes de se desgastarem em pacientes que apresentam parafunção, como o bruxismo (hábito de ranger os dentes): a segunda é a de aliviar as articulações temporomandibulares (localizadas em frente aos ouvidos) contra as forças excessivas que se formam durante a parafunção: e a terceira é a de introduzir o relaxamento da musculatura, o que ocorre em apenas alguns casos.</p>
<p><strong>Qual é a sua indicação?</strong><br />
A placa de mordida tem varias indicações. A mais comum é para pacientes que apresentam  bruxismo, com a finalidade de proteger os dentes do desgaste. Outra indicação importante é para pacientes que têm problemas nas articulações temporomandibulares e podem apresentar estalidos e travamento.</p>
<p><strong>Como deve ser utilizada?</strong><br />
A utilização da placa depende do diagnóstico. Para os pacientes que rangem os dentes à noite, o seu uso deve ser predominante noturno.</p>
<p><strong>Como deve ser a conservação da placa de mordida?</strong><br />
De manhã, a placa deve ser limpa com escova macia e sabonete ou pasta dental mantida dentro de um recipiente apropriado, com algodão umedecido.<br />
A placa resolve o problema da articulação temporomandibular?<br />
Não. O ato de ranger e apertar os dentes podem ser controlados ou reduzidos com o uso da placa de mordida, mas a resolução do problema ocorrerá com o passar do tempo, independentemente do uso da placa. Os problemas articulares poderão ser “acomodados” com a utilização da placa, pois são de auto-resolução e a placa será o agente responsável por reduzir os sintomas. Atualmente, considera-se a utilização da placa como um dos meios de controle dos problemas temporomandibulares.Outros meios de tratamento como fisioterapia, medicação e controle de estresse são também utilizados.</p>
<p><strong>Quando deve ser substituída?</strong><br />
Caso tenha sido confeccionada apropriadamente, a mesma placa pode ser utilizada durante todo o tratamento (aproximadamente 6 meses). Porém, se o tratamento se prolongar por mais tempo, se a placa fraturar, ficar amarelada ou com deposição de tártaro, ela deverá ser substituída.</p>
<p><strong>Quando a placa é indicada para dor de cabeça?<br />
</strong>A dor de cabeça pode ter inúmeras causas distintas. Feito o diagnóstico e constatada que a dor é de origem muscular ou articular, a placa pode ser um coadjuvante no tratamento, sendo que, geralmente, há também necessidade de medicamento ou fisioterapia.</p>
<p><strong>A placa deve ser mole ou dura?</strong><br />
Pode ser confeccionada em acrílico ou silicone. A placa de silicone é mais confortável, porém seus efeitos são menos controláveis e, por serem mais porosas, retêm mais bactérias e podem causar mau cheiro. Portanto, a placa de acrílico é a mais indicada na maioria dos casos.</p>
<p><strong>Por quanto tempo a placa deve ser utilizada?</strong><br />
A maioria dos problemas de desordem temporomandibular e dor orofacial pode ser controlada em um período médio de 6 meses de uso noturno. Entretanto, em alguns pacientes, devido a fatores como bruxismo exagerado, depressão e estresse, a placa poderá ser utilizada por um período mais prolongado, sob controle periódico do dentista.</p>
<p><strong>A placa de mordida necessita de manutenção?<br />
</strong>Conforme a musculatura relaxa ou a placa se desgasta, a oclusão se modifica, devendo, então, ser ajustada periodicamente.</p>
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		<title>Hipersensibilidade dentária</title>
		<link>http://www.asaodontologia.com.br/?p=113</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 14:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O que é hipersensibilidade (hiperestesia) dentinária? É a dor que ocorre, geralmente na região do colo do dente, próxima à gengiva, provocada  pela escovação, ingestão de alimentos frios, doces, frutas cítricas etc. A dor cessa assim que o estimulo é removido, é, de curta duração, tendendo a desaparecer com a...</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é hipersensibilidade (hiperestesia) dentinária?</strong><br />
É a dor que ocorre, geralmente na região do colo do dente, próxima à gengiva, provocada  pela escovação, ingestão de alimentos frios, doces, frutas cítricas etc.<br />
A dor cessa assim que o estimulo é removido, é, de curta duração, tendendo a desaparecer com a mesma rapidez com que se inicia. Assim, a hipersensibilidade nunca começa espontaneamente como acontece comumente com outras causas de dor nos dentes. Entretanto, a distinção entre hipersensibilidade e dor de dente deve ser feita pelo dentista.</p>
<p><strong>A hipersensibilidade significa que a polpa dental (o “nervo” do dente) está doente?</strong><br />
Não, já que a dor é decorrente de mudanças de pressão dentro do dente, provocadas pela variação da temperatura ou por outros estímulos na superfície. Não tem relação com alterações patológicas da polpa dental.</p>
<p><strong>Então, por que o dente dói?<br />
</strong>Em condições normais, a coroa do dente (a parte exposta na cavidade bucal) é recoberta pelo esmalte, estrutura resistente às pressões e ao desgaste decorrentes da mastigação. Essa estrutura é praticamente impermeável e definitivamente insensível aos estímulos. As raízes são recobertas por outro tipo de estrutura, denominada cemento. Com o passar do tempo, esmalte e cemento sofrem degradações que expõem a dentina, estrutura também dura e resistente e que abriga a polpa dental.Dessas estruturas, somente a dentina apresenta sensibilidade. A dentina é bastante permeável, constituída de milhões de canais microscópicos que, em teoria, ligam a polpa com meio externo quando o esmalte ou o cemento é desgastado. Sem o cemento e o esmalte, a dentina fica sem proteção e sujeita às agressões do meio externo.</p>
<p><strong>Qual a relação da hipersensibilidade dentinária com as lesões cervicais não cariosas?</strong><br />
A hipersensibilidade dentinária ocorre mais comumente na região cervical do dente (colo), onde o esmalte e o cemento são degradados com maior freqüência, expondo a dentina. Quando essa exposição dentinária não é provocada por processo de carie dental, a área exposta é considerada uma lesão cervical não cariosa. A prevalência dessas lesões é alta, e pode-se antecipar que, em algum momento da vida, qualquer individuo poderá ter, pelo menos, um dente com lesão cervical não cariosa.</p>
<p><strong>Quais as causas mais comuns de lesões cervicais não cariosas?</strong><br />
Essas lesões são resultados de uma interação de fatores, em que os mais importantes são a oclusão (contato entre os dentes antagonistas), a alimentação rica em ácidos (frutas cítricas e refrigerantes em excesso, por exemplo)e a escovação dental. A oclusão promove a fadiga das estruturas dentárias na região do colo, as substâncias ácidas causam a dissolução do esmalte e a escovação remove mecanicamente o esmalte enfraquecido ou dissolvido. Fatores sistêmicos também podem contribuir para a degradação das estruturas dentárias, tais como refluxo gastroesofágico, bulimia, hipertireoidismo e qualquer outra doença que reduza o fluxo salivar.</p>
<p><strong>Como tratar a hipersensibilidade dentinária?</strong><br />
O dentista deve empregar os recursos dessensibilizadores ( o que pode incluir a restauração das lesões e ajustes oclusais) para reduzir o desconforto imediato da dor e, completamente, eliminar as causas da exposição dentinária para impedir a recorrência da hiperestesia.</p>
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