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	<title>ASA - Odontologia &#187; Limpeza</title>
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		<title>Piercing na boca</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 12:37:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Piercing: Facilidade para infecções Quais os riscos deste tipo de piercing? É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são: Infecção &#8211; A boca contém milhões de bactérias que podem causar infeções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Piercing: Facilidade para infecções</p>
<p><strong>Quais os riscos deste tipo de piercing?</strong><br />
É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são:</p>
<ul>
<li><strong>Infecção</strong> &#8211; A boca contém milhões de bactérias que podem causar infeções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois de colocados na boca também torna maior o risco de se contrair uma infecção.</li>
<li><strong>Sangramento prolongado</strong> &#8211; Caso um vaso sangüíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado com perda excessiva de sangue.</li>
<li><strong>Dor e inchaço</strong> &#8211; São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração.</li>
<li><strong>Dentes danificados</strong> -O contato com a jóia pode danificar o dente. Dentes com restaurações &#8211; por exemplo, coroas ou jaquetas &#8211; também podem ser danificados pelas peças de metal.</li>
<li><strong>Ferimento na gengiva</strong> &#8211; As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.</li>
<li><strong>Interferência com a função normal da boca</strong> &#8211; As jóias aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a mastigação.</li>
<li><strong>Doenças transmissíveis pelo sangue</strong> &#8211; O piercing da boca foi identificado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G.</li>
<li><strong>Endocardite</strong> &#8211; O piercing oral pode causar endocardite, que é a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sangüínea, podendo chegar ao coração.</li>
</ul>
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		<title>Prevenção do Câncer Bucal</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 11:29:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O câncer de boca ocupa uma posição de destaque entre os tumores malignos do organismo devido a sua relativa incidência e mortalidade. A prevenção e o diagnóstico precoce podem ser realizados pelo cirurgião-dentista através dos seguintes procedimentos: correto exame clínico; afastamento dos fatores co-carcinógenos; diagnóstico e tratamento das lesões cancerizáveis;...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de boca ocupa uma posição de destaque entre os tumores malignos do organismo devido a sua relativa incidência e mortalidade. A prevenção e o diagnóstico precoce podem ser realizados pelo cirurgião-dentista através dos seguintes procedimentos: correto exame clínico; afastamento dos fatores co-carcinógenos; diagnóstico e tratamento das lesões cancerizáveis; exames complementares (principalmente biópsia e citologia exfoliativa) e orientação e estimulação ao auto-exame.</p>
<p><strong>O que são e quais são os fatores co-carcinógenos?</strong><br />
São fatores que predispõem o paciente a de desenvolver um tumor maligno: na boca, podemos citar principalmente o etilismo (álcool) e o tabagismo (cigarro, cachimbo, etc&#8230;), as condições precárias de higiene (dentes quebrados, raízes residuais, tártaro etc.) e as próteses inadequadas ou em más condições  (dentaduras e pontes fraturadas ou que causam algum ferimento).</p>
<p><strong>O que são lesões cancerizáveis?</strong><br />
São enfermidades bucais que, quando não tratadas, podem evoluir para um câncer.</p>
<p><strong>O que causa o câncer oral?</strong><br />
A etiologia é desconhecida, porém, alguns fatores são relacionados ao aparecimento dessas lesões. Os principais são: tabagismo, etilismo, traumatismos mecânicos e, nos cânceres de lábio inferior, também  pode-se citar os raios solares.</p>
<p><strong>Como o cigarro atua?</strong><strong><br />
</strong>Durante o ato de fumar, são liberadas inúmeras substâncias químicas junto à fumaça, algumas reconhecidamente cancerígenas. Outra ação seria o calor produzido principalmente pelo cachimbo.</p>
<p><strong>Como se faz o auto-exame e o que procurar?</strong><strong><br />
</strong>Diante do espelho, com uma boa iluminação, deve-se inspecionar e palpar todas as estruturas bucais e do pescoço. Durante o auto-exame, os principais indícios a serem observados são: feridas que permanecem na boca por mais de 15 dias, caroços (principalmente no pescoço e embaixo do queixo), súbitos mobilidade dental, sangramento, halitose, endurecimento e ou perda de mobilidade da língua. É importante frisar que a dor pode ser um sinal de lesão avançada.</p>
<p><strong>Qual o perfil do paciente com câncer bucal e qual a região mais atingida?</strong><strong><br />
</strong>Geralmente são homens (86,07%), com idade entre 45 e 55 anos, brancos (84,84%) e tabagistas (95,08%). A região da boca mais atingida é a língua, seguida do assoalho bucal e lábio inferior.</p>
<p><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong><br />
O diagnóstico é simples. Após o exame clínico, o profissional, suspeitando de um tumor maligno, realiza uma biópsia, que consiste na remoção de um pequeno fragmento da lesão para posterior exame microscópico.</p>
<p><strong>Como é feito o tratamento?</strong><br />
O tratamento pode ser realizado através de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, podendo ser associados ou não.</p>
<p><strong>Existe cura para o câncer?</strong><br />
Sim, e quanto mais cedo for diagnosticado (diagnóstico precoce), maior são as chances de cura, sendo as seqüelas menores e, portanto, maior a qualidade de vida.</p>
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		<title>Mau Hálito</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 11:15:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Todas as pessoas têm mau hálito? Se considerássemos o hálito desagradável ao acordar, praticamente 100% da população seria portadora de halitose. Por isso, o hálito da manhã é considerado fisiológico.Ele acontece devido à leve hipoglicemia, à redução do fluxo salivar para virtualmente zero durante o sono e ao aumento da...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todas as pessoas têm mau hálito?</strong><br />
Se considerássemos o hálito desagradável ao acordar, praticamente 100% da população seria portadora de halitose. Por isso, o hálito da manhã é considerado fisiológico.Ele acontece devido à leve hipoglicemia, à redução do fluxo salivar para virtualmente zero durante o sono e ao aumento da flora bacteriana anaeróbia proteolítica. Quando esses microorganismos atuam sobre proteínas da própria saliva, geram componentes de cheiro desagradável (metilmercaptana, dimetilsulfeto e principalmente sulfidreto, que tem cheiro de ovo podre). São os compostos sulfurados voláteis, conhecidos abreviamente por CSV. Após a higiene dos dentes (com fio dental e escova), da língua (com limpador lingual)e após a primeira refeição (café da manhã), a halitose matinal deve desaparecer. Caso isso não aconteça, podemos considerar que o indivíduo tem mau hálito e que este precisa ser investigado e tratado.</p>
<p><strong>É possível que eu tenha mau hálito e não sabia disso?</strong><strong><br />
</strong> Sim. As pessoas que têm um mau hálito constante, por fadiga olfatória, não percebem seu próprio hálito. Somente as pessoas que têm períodos de halitose e períodos de normalidade conseguem percebê-lo.</p>
<p><strong>Como eu posso saber se eu tenho ou não mau hálito?</strong><strong><br />
</strong>A maneira mais simples de identificá-lo é pedir a um familiar ou a um amigo de confiança que faça essa avaliação para você. Caso você identifique o problema ou caso você sinta constrangido a pedir alguém que o avalie, pode procurar um dentista para que este possa te ajudá-lo no diagnóstico e no tratamento da halitose. Atualmente, e cada vez mais, existem dentistas interessados no assunto, e muitos deles até já dispõem de um aparelho para medir e avaliar seu potencial de halitose.</p>
<p><strong>Então, dá para se sentir o hálito?</strong><br />
Sim, atualmente existe à disposição dos profissionais interessados um aparelho chamado Halimeter, que é capaz de medir compostos sulfurados voláteis e que serve para orientar quanto à gravidez da halitose e quanto à melhora e à cura durante o tratamento.<br />
Também é útil para demonstrar claramente para certos pacientes que eles não possuem nenhum cheiro desagradável na boca, quando este é o caso. Certos pacientes halitofóbicos ficam muito apreensivos, com medo de terem halitose e desconhecerem o fato.</p>
<p><strong>Qual a causa do mau hálito?</strong><br />
É muito bom que se diga que os casos de halitose não podem ser explicados por um único mecanismo.<br />
Existem casos de halitose tanto por razões fisiológicas (que requerem apenas orientação) como por razões patológicas (que requerem tratamento); por razões locais (feridas cirúrgicas, cárie, doença periodontal etc.)ou sistemáticas (diabetes, uremia, prisão do ventre etc.).Por isso, pode-se concluir que todas as possíveis causas devem ser investigadas e que o tratamento será direcionado de acordo com a causa identificada. No entanto, 96% ou mais dos casos de halitose se devem à presença de saburra lingual e, assim, devem ser tratados.</p>
<p><strong>O que é saburra?</strong><br />
Saburra é um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que adere ao dorso da língua em maior proporção na região do terço posterior. A saburra equivale a uma placa bacteriana lingual, em que os principais microorganismos presentes são do tipo anaeróbios proteolíticos, os quais, conforme foi explicado para a halitose da manhã, produzem componentes de cheiro desagradável no final de seu metabolismo.</p>
<p><strong>Se a saburra é formada por microorganismos, o mau hálito é contagioso?</strong><br />
Não.A saburra somente se forma em pessoas com predisposição  à sua formação. Por isso, é muito comum observamos casais em que apenas um dos parceiros apresenta hálito muito desagradável, a ponto de incomodar o outro.</p>
<p><strong>O que predispõe à formação de saburra?</strong><br />
A causa primária da formação de saburra é a leve redução do fluxo salivar, com a presença de uma saliva muito mais rica em mucina (“gosmenta”) e que facilita a aderência de microorganismos e de restos epiteliais e alimentares sobre o dorso da língua. É bom que se diga que existem vários graus de redução do fluxo saliva; quando a redução é severa (de 0 a 0,3 ml/minuto, sob estímulo mecânico), já não encontramos saburra, mas sim, outros tipos de desconforto. A medida do fluxo salivar (sialometria) deve ser feita por um profissional habilitado para isso. Também é importante a avaliação das causas da redução do fluxo salivar para que possa decidir sobre o tratamento. Um\ causa bastante comum é o “stress” constante.</p>
<p><strong>Como se livrar da saburra e do mau hálito?</strong><br />
Existem pelo menos 3 abordagens:</p>
<p>1-Remoção mecânica da saburra por meio de limpadores linguais. Existem vários modelos de limpadores linguais disponíveis no mercado americano; no Brasil, encontramos um limpador lingual muito eficiente (modelo em forma de “V”).</p>
<p>2-Manutenção da superfície lingual a mais oxigenada possível, com o uso de oxidantes no mercado que podem ser úteis para esse fim; desde a água oxigenada (usada diluída), o Amosan, até os de ultima geração (geralmente formulações com um componente antimicrobiano e um oxidante potente). Provavelmente, em pouco tempo, encontraremos no mercado, à disposição apenas dos profissionais, um desses produtos, com, o nome de “SaudBucal”.</p>
<p>3- Identificação da causa da redução do fluxo salivar para que possa estabelecer o tratamento adequado.<br />
As duas primeiras abordagens garantem um hálito agradável; porém, exigem a manutenção desses cuidados. A terceira abordagem, uma vez realiza com sucesso, garante resultados mais duradouros, sem a necessidade de manutenção do uso de produtos para o controle de saburra, porque esse procedimento corresponde à eliminação da causa primária.</p>
<p><strong>Como posso melhorar meu mau hálito que acontece  só de vez em quando?</strong><br />
Quando o mau hálito não é crônico, mas apenas esporádico, devemos observar uma higiene bucal e lingual adequadas, estimular a salivação de maneira fisiológica (isto é, sem o uso de medicamentos) com balas sem açúcar, gomas de mascar, gotas de suco de limão com um pouco de sal, ou, mais eficientemente, com uma ameixa japonesa condimentada, conhecida como “umebochi”. Devemos ainda cuidar da alimentação (evitar o excesso de proteína, gordura, condimentos e alimentos de cheiro carregado)e manter uma freqüência de ingestão de água e de alimento (que contenha algum carboidrato) a cada 3 ou 4 horas.</p>
<p><strong>Então, o uso de gomas de mascar melhora o hálito?</strong><strong><br />
</strong>Sim. Em primeiro lugar, age como um mascarador do hálito e, em segundo, o que é mais importante, aumenta a salivação.</p>
<p><strong>Tenho gastrite. Acho que é por isso que tenho mau hálito. O mau hálito pode vir do estômago?</strong><strong><br />
</strong>Não. È muito comum os pacientes pensarem dessa forma incorreta. Também é muito comum pacientes com gastrite terem mau hálito. Vamos explicar melhor esse mecanismo: à medida que a saburra se forma, ela passa a ser um meio propício também à instalação e à proliferação  de microorganismos causadores de doenças pulmonares, gastrintenais e até  mesmo de amigdalites e de doenças periodontais, No caso da relação halitose versus gastrite, a redução do fluxo salivar propicia a formação de saburra, a qual permite que o Helicobacter pilory se instale no dorso lingual, prolifere e aumente em número, podendo chegar ao estômago e desencadear a gastrite. Na verdade, a manutenção do fluxo salivar em condições normais não evita apenas a formação de saburra e mau hálito, mas também previne a possibilidade de o paciente se tornar predisposto a gastrite, pneumonia, amigdalite, periodontite etc.</p>
<p><strong>Já consultei vários profissionais sem ter a solução para o meu problema. Halitose tem cura?</strong><br />
Claro que tem cura. Às vezes, atingir a cura demanda um pouco mais do tempo, mas sempre existe a possibilidade de controle. A maior parte das pessoas crê que qualquer dentista está amplamente informado a respeito de mau hálito, o que nem sempre é verdade.<br />
O mesmo pode-se dizer em relação aos médicos. O atendimento nessa área é diferente do atendimento adontologico de rotina. Atualmente, muitos estão bastante interessados e estão investindo em conhecimento sobre o assunto. Assim, se o seu dentista não se achar em condições de lhe oferecer um excelente atendimento, com certeza saberá encaminhá-lo para um colega que tenha feito esse tipo de treinamento.</p>
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		<title>Como posso prevenir a cárie?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 14:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é cárie? A cárie é uma doença transmissível e infecciosa. Ela acontece quando há associação entre placa bacteriana cariogênica, dieta inadequada e higiene bucal deficiente. Quando o açúcar entra em contato com a placa bacteriana, formam-se ácidos que serão responsáveis pela saída de minerais do dente. O que...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é cárie?<br />
</strong>A cárie é uma doença transmissível e infecciosa. Ela acontece quando há associação entre placa bacteriana cariogênica, dieta inadequada e higiene bucal deficiente. Quando o açúcar entra em contato com a placa bacteriana, formam-se ácidos que serão responsáveis pela saída de minerais do dente.</p>
<p><strong>O que é placa bacteriana?<br />
</strong>A placa bacteriana é uma espécie de película composta de bactérias vivas e de resíduos alimentares que se depositam sobre e entre os dentes. Ela é cariogênica quando bactérias capazes de causar a doença cárie estão presentes na sua composição.</p>
<p><strong>Meus dentes podem ser pouco resistentes à cárie?</strong><br />
Existem algumas doenças que podem alterar a composição dos dentes, levando à má formação dentaria. Além disso, todos os dentes são mais susceptíveis à cárie quando erupcionam, pois ainda não estão com a calcificação completa. Isso só será um problema se houver acúmulo da placa bacteriana cariogênica sobre os dentes, pois esta permitirá que a lesão se inicie. Indivíduos com deficiências físicas ou mentais que apresentam dificuldades na limpeza dos dentes devem ser supervisionadas durante a escovação.Portanto, independente de os dentes serem mais ou menos resistentes, o importante é que a limpeza dos dentes seja realizada de maneira adequada.</p>
<p><strong>Quais são os alimentos mais cariogênicos? Há alimentos que protegem contra a cárie?<br />
</strong> Os alimentos mais cariogênicos são os que apresentam açúcar na sua composição: os doces, as balas, os caramelos, os chocolates, os chicletes e os refrigerantes são exemplos desses alimentos. Existem alguns alimentos que escondem o açúcar na sua composição, como a mostarda e o ketchup. Todos esses alimentos podem ser consumidos, mas de maneira racional, isto é, junto às principais refeições, seguindo-se a escovação.<br />
A freqüência com que se come  o açúcar é muito importante: quando você ingere açúcar, os seus dentes ficam expostos aos ácidos produtores de caries durante 20minutos; se você ingerir açúcar 5 vezes ao dia, os seus dentes poderão ficar expostos aos ácidos produtores de carie durante 100 minutos! O açúcar também pode estar presente em medicamentos líquidos e xaroposos, portanto, após ingeri-los, é preciso escovar os dentes. A ingestão de farináceos e salgadinhos, principalmente entre as refeições, é um habito considerado pouco saudável, quando se pensa em prevenção da doença e, portanto, deve ser evitado. Por outro lado, existem alimentos como queijo e o leite que são considerados protetores dos dentes. Eles apresentam alto conteúdo de cálcio e fosfatos, que protegem contra a desmineralização do dente.</p>
<p><strong>O mel ou açúcar mascavo pode substituir o açúcar sem danos aos dentes?<br />
</strong>Esses alimentos são ricos em açucares facilmente transformados em ácidos pelas bactérias cariogênicas.O hábito de adoçar alimentos ou lambuzar a chupeta com mel pode provocar lesões de cárie, portanto, deve ser evitado.</p>
<p><strong>Como posso saber se tenho cárie?</strong><br />
A identificação das lesões de cárie pode ser feita através da visão direta dos dentes e do emprego do fio dental.Antes de observar a superfície dentária, há necessidade de remoção da placa bacteriana que a recobre. Portanto, você deve fazer o auto-exame após escovar os dentes  e em local bastante iluminado. Essa doença se estabelece antes de as cavidades serem visitadas nos dentes. Portanto, procure alguma alteração de cor como manchas brancas ou acastanhadas na parte superior dos dentes (sulcos e fissuras) e entre os dentes. Em um estágio mais avançado da doença, as manchas podem evoluir para cavidades e os sintomas já começam a parecer: dor quando mastigamos alimentos doces ou quando bebemos algo quente ou gelado, causando desconforto e mau hálito. O fato de o fio dental ficar preso entre os dentes também pode ser um sinal de lesão de cárie.</p>
<p><strong>Como posso combater ou prevenir essa doença?</strong><br />
Controlando os fatores que podem ajudar no aparecimento das lesões de cárie. Dentre esses fatores, podem ser citados: evitar a ingestão de alimentos açucarados &#8211; caso não seja possível, você deve ingeri-los junto às principais refeições-e limpar os dentes de maneira adequada, utilizando escova, fio dental e pasta de dente com flúor. O flúor é um importante auxiliar no combate a cárie, pois previne a desmineralização, isto é, a saída de minerais do dente e favorece  a remineralização, que é a entrada de minerais em pequenas lesões de cárie (lesões de manchas brancas ou acastanhadas opacas), antes que elas tornem cavidades. A limpeza deve ser realizada sempre após as principais refeições e antes de dormir. È importante visitar seu dentista regularmente para que lê possa, através do exame clínico, controlar sua saúde bucal e orientar sobre qualquer dúvida que possa surgir com relação à mesma.</p>
<p><strong>Existe vacina para a cárie?</strong><br />
Apesar dos estudos feitos até agora, não podemos contar com uma “vacina” que previna a cárie dentária.</p>
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		<title>Escovas dentais</title>
		<link>http://www.asaodontologia.com.br/?p=45</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 19:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Limpeza]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Qual a importância da escovação dos dentes para a saúde bucal? Para a prevenção da cárie e da doença periodontal, é necessário que se faça uma completa remoção da placa bacteriana, a principal causadora dessas doenças, através de uma escovação correta. A escova dura parece que limpa melhor os dentes....</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div class="texto">
<p><strong>Qual a importância da escovação dos dentes para a saúde bucal?</strong><br />
Para a prevenção da cárie e da doença periodontal, é necessário que se faça uma completa remoção da placa bacteriana, a principal causadora dessas doenças, através de uma escovação correta.</p>
<p><strong>A escova dura parece que limpa melhor os dentes. Seu uso pode prejudicá-los?<br />
</strong>A escova ideal para dentes naturais deve ser macia ou extremacia porque, para uma boa escovação dental, é necessário escovar as gengivas, as escovas duras, além de machucarem a gengiva, podem desgastar os dentes, provocando sensibilidade, e provocar a retração gengival, que pode afetar a estética do sorriso e também provocar dor.</p>
<p><strong>Que marca de escova devo comprar? De quanto em quanto tempo devo trocá-la?<br />
</strong>Deve-se comprar uma escova que atenda às seguintes especificações: cabeça pequena, cerdas macias e arredondadas e tufos concentrados.<br />
Pode-se escolher e usar praticamente todas as marcas comerciais que têm uma boa qualidade.<br />
Uma escova com cerdas extremacias ou macias costumam durar no máximo 30dias. Após esse período, as cerdas começam a abrir e perder sua efetividade.</p>
<p><strong>Existe uma escova de dente apropriada para cada idade?</strong><br />
Atualmente é preconizado o inicio da escovação logo após o aparecimento do primeiro dentinho, no bebê, a escova indicada, embora tenhamos poucas opções no mercado nacional, é uma escova extremacia, que limpe os dentinhos recém-erupcionados, faça massagem na gengiva e tenha um cabo que permita um bom apoio para o adulto que irá fazer a escovação. A partir dos 3 anos, a criança gosta, ela mesma, de fazer a escovação: nesse caso deve ser usada uma escova com a cabeça pequena, cerdas macias e que tenha uma proteção no longo eixo do cabo, para evitar acidentes; um adulto, entretanto, deve complementar a escovação.<br />
A partir dos 7 anos, a criança quase sempre já consegue realizar a escovação sozinha, embora deva haver a supervisão de um adulto. A escova deve ter cabeça de tamanho médio, cerdas macias, pontas arredondadas e um cabo robusto, que facilite a empunhadura.</p>
<p><strong>O que é escova interdental?<br />
</strong> A escova interdental tem sido utilizada para limpeza sob próteses fixas e também no caso de doentes periodontais que perderam a papila que fica em meio aos dentes. Para quem não tem doença periodontal, a escova interdental poderá forçar a gengiva e provocar uma lesão traumática: assim, o uso adequado do fio dental é mais aconselhável.</p>
<p><strong>As escovas elétricas podem substituir as escovas comuns?</strong><br />
Normalmente as escovas elétricas têm sido indicadas a pacientes especiais que tenham algum tipo de dificuldade motora para fazer uso da escova comum e especialmente a pacientes geriátricos que tenham alto risco ás caries radiculares e também à doença periodontal.  Uso da escova elétrica nesses casos serve de estímulo para que o paciente mantenha sua saúde bucal mesmo tendo dificuldades motoras. Quando forem indicadas, é importante salientar que as escovas sejam macias ou extremacias e, se possível, que tenham movimento elíptico durante o seu uso.</p>
<p><strong>Quem tem escova periodontal necessita de escova especial?<br />
</strong>A essas pessoas indica-se o uso de escova com cerdas extremacias e escovas do tipo tufo, que escovam dente a dente, fazendo uma remoção mais eficiente da placa bacteriana.</p>
<p><strong>E quem usa aparelho fixo?</strong><br />
A instrução e a motivação do paciente são os principais meios de prevenção, constituindo-se as escovas especiais como a bitufo, sulcus (duas fileiras de cerdas) ou a orthodontic (cerdas com depresssão em forma de V) em meios auxiliares no controle da higienização.</p>
<p><strong>Qual a melhor escova para dentadura?<br />
</strong>Atualmente existem no mercado algumas escovas especificas para escovar as próteses totais; são maiores que as escovas de dente comuns, têm cerdas duras, e o desenho é adequado ao formato da prótese. Caso não se achem as escovas especificas, pode-se simplesmente utilizar uma escova dental dura.</p>
<p><strong>Quanto tempo deve durar cada escovação?</strong><br />
É necessário que não haja pressa; devemos caprichar na escovação realizada à noite, após o jantar, ou antes, de dormir, limpando todos os dentes; primeiro com o fio dental e, em seguida, com a escova. Esse processo deve demorar cerca de 10 minutos.</p>
<p><strong>Quantas vezes por dia é necessário escovar os dentes?</strong><br />
Isso depende do risco do paciente à carie ou á doença periodontal. Para pacientes considerados “normais’, ainda se prescreve que se façam três escovações ao dia:pela manhã, após o almoço e após o jantar ou antes de dormir; contudo, deve-se saber que a higienização mais importante é aquela realizada à noite.</p>
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		<title>Higienização de próteses totais</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 15:15:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Limpeza]]></category>
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<h3><strong>Que tipa de escova deve ser usada para limpar a prótese total?</strong></h3>
<p>Existe uma escova dental projetada para dentadura, cuja característica é a presença de dois comprimentos de cerdas &#8211; curtas para higienizar a parte externa e os dentes da prótese, e longas para higienizar a parte interna da dentadura, que é de acesso difícil para a escova comum.<br />
Essa escova não é encontrada com a mesma facilidade para compra como a escova comum, mas pode ser substituída por uma escova macia.</p>
<div class="texto">
<p><strong>Que produtos devem ser utilizados para complementar a higienização da prótese total?<br />
</strong>Atualmente, os fabricantes de escovas dentais já apresentam uma linha de produtos efervescentes para higienização química das próteses, contribuindo para diminuir a dificuldade encontrada pelos idosos ou portadores de problema de coordenação motora. É importante ressaltar que o uso de produtos efervescentes não substitui a higienização com escovas e pasta.</p>
<p><strong>Como deve ser feita a higienização bucal do desdentado?<br />
</strong>Nos pacientes idosos, frequentemente portadores de dentadura, o fluxo salivar está diminuindo, influenciado também pelo uso de medicamentos, o que pode gerar o inicio da halitose e maior número de cálculos. Para evitar várias doenças como a candidose, causada por fungo que pode se manifestar na boca deve-se ter cuidado com a higiene bucal e a limpeza das próteses.<br />
As dentaduras podem ser higienizadas mecanicamente com escovas apropriadas, dentifrícias ou sabão e água fria, sempre após as refeições.<br />
Recomenda-se, antes de iniciar a higiene, colocar uma toalha dentro da pia, pois em caso de queda, a prótese não se quebrará. Pode-se completar essa higiene com uma limpeza química com produtos efervescentes ou deixar a prótese em um copo com água e bicarbonato durante a noite.<br />
Deve-se sempre explicar ao paciente que o uso de produtos caseiros como água sanitária ou pós de limpeza (tipo sapólio) não é indicada, uma vez que descolarem a arranham o acrílico.<br />
Para a higienização da boca, deve-se escovar a língua com movimentos suaves utilizando uma escova macia e creme dental ou limpador de língua encontrado no mercado. Pode-se fazer bochechos com anti-sépticos bucais ou água filtrada e bicarbonato de sódio (2 colheres de chá em um copo com água).</p>
<p><strong>É necessário ficar algum período do dia ou da noite com a prótese fora da boca?</strong><br />
Este é um assunto difícil. Enquanto muitos autores recomendam a remoção das próteses durante a noite, para que os tecidos não fiquem sob ação das próteses e dos possíveis microorganismos a elas associados, a maioria dos pacientes não aceitam essa conduta, pois se sentem constrangidos psicologicamente em tê-las em um copo. Outro motivo para não dormir com as dentaduras é a diminuição da sua estabilidade e retenção, pois a tendência do paciente é “ segurá-las” pela ação muscular ou apertando os dentes durante toda a noite, o que ocasionará dor de ouvido à parafunção. Portanto, é recomendável dormir sem a dentadura, deixando-a sempre em um copo com água e bicarbonato ou produto efervescente para limpeza durante a noite.</p>
<p><strong>Quando não é mais possível higienizar a prótese a ponto de ela ter de ser substituída?<br />
</strong>As próteses totais devem ser substituídas no máximo a cada cinco anos, pois os requisitos funcionais e estéticos estarão comprometidos, mesmo que tenham sido cuidadas e higienizadas rigorosamente. Durante esse tempo, deve ter havido controles para se checar tecidos moles, adaptação, oclusão, higiene e de cavidade oral.<br />
Pacientes que tiveram tártaro nos dentes naturais provavelmente terão na s dentaduras artificiais. Não é difícil evitar que ele se forme se for feita uma higienização correta, pois caso contrário, a prótese terá odor desagradável, e a mucosa oral se apresentará inflamada.</p>
<p><strong>Devo usar produtos de fixação?</strong><br />
Quando se coloca um novo par de dentaduras, pode parecer ao paciente que elas são frouxas, ocasião em que o profissional aconselha que polvilhe um pouco de pó adesivo na parte interna das mesmas por poucos dias até a adaptação.<br />
Os produtos de fixação não devem ser usados constantemente, pois aumentam a pressão da dentadura sobre os tecidos. Estes não suportam essa pressão aumentada e se contraem, fazendo com que cada vez maiores quantidades de pó sejam necessárias para que a dentadura não fique, na percepção do paciente, frouxa.O uso exagerado do pó adesivo poderá, portanto, levar à necessidade de reembalsar ou trocar a dentadura antes do tempo.</p>
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