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	<title>ASA - Odontologia &#187; Doenças Bucais</title>
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		<title>Piercing na boca</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 12:37:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Piercing: Facilidade para infecções Quais os riscos deste tipo de piercing? É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são: Infecção &#8211; A boca contém milhões de bactérias que podem causar infeções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Piercing: Facilidade para infecções</p>
<p><strong>Quais os riscos deste tipo de piercing?</strong><br />
É possível que você desconheça os efeitos colaterais que um piercing oral oferece. Estes efeitos são:</p>
<ul>
<li><strong>Infecção</strong> &#8211; A boca contém milhões de bactérias que podem causar infeções depois de um piercing oral. Tocar as partes de metal depois de colocados na boca também torna maior o risco de se contrair uma infecção.</li>
<li><strong>Sangramento prolongado</strong> &#8211; Caso um vaso sangüíneo seja perfurado pela agulha durante o procedimento de colocação, pode haver um sangramento difícil de ser controlado com perda excessiva de sangue.</li>
<li><strong>Dor e inchaço</strong> &#8211; São sintomas comuns de piercing na boca. Em casos mais sérios, se a língua inchar demais, poderá fechar a passagem de ar e dificultar a respiração.</li>
<li><strong>Dentes danificados</strong> -O contato com a jóia pode danificar o dente. Dentes com restaurações &#8211; por exemplo, coroas ou jaquetas &#8211; também podem ser danificados pelas peças de metal.</li>
<li><strong>Ferimento na gengiva</strong> &#8211; As peças de metal não só podem ferir o tecido da gengiva que é sensível, mas também podem causar retração gengival. A retração gengival tem aparência desagradável e torna seus dentes mais vulneráveis a cáries e a periodontite.</li>
<li><strong>Interferência com a função normal da boca</strong> &#8211; As jóias aumentam a produção de saliva, impedindo que você pronuncie corretamente as palavras e também dificultam a mastigação.</li>
<li><strong>Doenças transmissíveis pelo sangue</strong> &#8211; O piercing da boca foi identificado pelo Instituto Nacional de Saúde como uma possível forma de transmissão da hepatite B, C, D e G.</li>
<li><strong>Endocardite</strong> &#8211; O piercing oral pode causar endocardite, que é a inflamação das válvulas e dos tecidos cardíacos. A ferida causada pela perfuração dá às bactérias da boca a oportunidade de entrar na corrente sangüínea, podendo chegar ao coração.</li>
</ul>
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		<title>Aftas &#8211; Perguntas e Respostas</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 12:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Gengiva]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é uma afta? A afta ou úlcera aftosa recorrente é uma doença comum, que ocorre em cerca de 20%da população, caracterizada pelo aparecimento de úlceras dolorosas na mucosa bucal, as quais podem ser múltiplas ou solitárias. Quais as características clínicas da afta? As aftas costumam ser precedida por...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é uma afta?</strong><br />
A afta ou úlcera aftosa recorrente é uma doença comum, que ocorre em cerca de 20%da população, caracterizada pelo aparecimento de úlceras dolorosas na mucosa bucal, as quais podem ser múltiplas ou solitárias.</p>
<p><strong>Quais as características clínicas da afta?</strong><br />
As aftas costumam ser precedida por ardência e prurido, bem como pelo surgimento de uma área avermelhada. Nessa área desenvolve-se a úlcera, recoberta por uma membrana branco-amarelada e circundada por um halo vermelho.Essas lesões permanecem cerca de 10 dias e não deixam cicatriz; em geral, o período de maior desconforto perdura por dois ou três dias.</p>
<p><strong>Todas as aftas são iguais?</strong><strong><br />
</strong>Não. Atualmente são reconhecidas por três tipos de aftas, sendo a vulgar ou minor a  forma  mais prevalente. As outras formas são mais raras: uma delas é conhecida como herpetiforme, porque lembra a manifestação do herpes simplex, apresentando um grande número de pequenas ulcerações superficiais arredondadas e agrupadas, que também perduram por cerca de 10 dias; a outra forma é chamada afta major, que, como o nome indica, produz uma ferida maior (com mais de um cm de diâmetro), mais profunda, mais dolorida, mais difícil de tratar e que permanece semanas ou, às vezes, meses.</p>
<p><strong>Por que as aftas doem tanto?</strong><strong><br />
</strong>As aftas são lesões ulceradas: há exposição do tecido conjuntivo, que é rico em vasos e nervos, o que provoca dor. Alem disso, o quadro pode ser agravado por infecções causadas por microorganismos do meio bucal.</p>
<p><strong>O que causa a afta?</strong><strong><br />
</strong>Não podemos afirmar que exista um agente etiológico específico.A literatura aponta uma alteração da resposta imunológica como possível causa primária em alguns pacientes e secundários em outros. Os ácidos presentes na alimentação, os pequenos traumas à mucosa, distúrbios gastrintestinais, o ciclo menstrual e o estresse emocional agem como fatores desencadeantes.</p>
<p><strong>Qual a relação entre as aftas e a dieta?</strong><strong><br />
</strong>Alguns alimentos, quando em contato com a mucosa bucal, podem desencadear uma resposta imunológica alterada em certos pacientes, o que provocaria o aparecimento da ulceração. Muitas vezes os pacientes são alérgicos: têm aftas quando ingerem certos alimentos.</p>
<p><strong>As aftas são contagiosas?</strong><strong><br />
</strong>Não, pois não se trata de uma doença infecciosa.No entanto, há um traço familiar envolvido. Filhos de pais portadores de aftas apresentam chances bem maiores de também sofrerem com aftas.</p>
<p><strong>Outras doenças podem parecer aftas?</strong><br />
Sim. O câncer de boca, ou carcinoma epidermóide, freqüentemente começa como uma lesão ulcerada. Por isso, frente a uma úlcera bucal que não cicatriza dentro de 15 dias , o paciente  deve procurar o cirurgião-dentista para o diagnóstico da lesão. Além disso, algumas doenças infecciosas, como herpes, e algumas doenças dermatológicas com ocorrência intrabucal, como o lúpus, embora tenham características próprias bem conhecidas, em certas fases de seu desenvolvimento pode parecer-se com aftas, principalmente para o leigo.</p>
<p><strong>Só agora, perto dos 50 anos de idade, comecei a sofrer com aftas. Por quê?</strong><strong><br />
</strong>Confirmando o diagnóstico (pois nem toda ferida na boca é uma afta), será preciso investigar algum fato relevante na história médica do indivíduo ou se houve alguma modificação importante em seus hábitos de vida. Um fator muitas vezes relacionado com essa história é o abandono do hábito de fumar. O fumo provoca um espessamento da mucosa bucal, que parece tornar-se mais resistente à penetração de agentes desencadeadores da afta. Resta saber se vale correr o risco de adquirir um câncer de boca ou pulmão para se proteger das aftas.</p>
<p><strong>Queimo minhas aftas com formol; há algum problema nessa prática?</strong><strong><br />
</strong>A aplicação de substâncias cáusticas, como o formol, sobre as aftas destrói o tecido da região, inclusive as terminações nervosas, o que faz desaparecer  a dor.<br />
Entretanto, o que se faz é substituir a afta por uma queimadura química, que causa injúria a tecidos normais. Além disso, hás risco de maiores danos pela inadequada  manipulação dos produtos por parte dos usuários. Não se recomenda tal prática.</p>
<p><strong>Qual o melhor tratamento para as aftas?</strong><br />
Não existe tratamento que seja eficaz para todos os portadores das aftas.Alguns têm uma lesão aftosa uma vez por ano; outros apresentam lesões múltiplas diuturnamente. As medicações de uso sistêmico, como os imunossupressores, são mais efetivas na redução dos sintomas, mas possuem efeitos colaterais indesejáveis, às vezes graves, sendo, por isso, reservadas para os casos mais severos da doença, exigindo o acompanhamento atento de um especialista. Para os indivíduos com quadros clínicos mais leves, a melhor abordagem é as aplicações tópicas de anticépticos, antiinflamatórios, anestésicos ou protetores de mucosa, naturais ou sintéticos. O cirurgião-dentista deve ser consultado para um adequado diagnóstico e orientação terapêutica.</p>
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		<title>Adoçantes &#8211; Perguntas e Respostas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2016 17:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O adoçante substitui o açúcar? O adoçante é considerado um substituto do açúcar em relação ao paladar, no entanto, é preciso esclarecer que, enquanto o açúcar é calórico, os adoçantes podem ou não conter calorias. Os adoçantes evitam a cárie dental? O açúcar ou sacarose é o alimento principal das...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O adoçante substitui o açúcar?</strong><strong><br />
</strong>O adoçante é considerado um substituto do açúcar em relação ao paladar, no entanto, é preciso esclarecer que, enquanto o açúcar é calórico, os adoçantes podem ou não conter calorias.</p>
<p><strong>Os adoçantes evitam a cárie dental?</strong><br />
O açúcar ou sacarose é o alimento principal das bactérias que provocam cárie. Os adoçantes não são aproveitados por elas da mesma forma; logo, quando há oferta de adoçantes substituindo a sacarose, o número de bactérias diminui. No entanto, é muito importante lembrar que vários fatores atuam em conjunto para  provocar a cárie; assim, a prevenção não pode ser direcionada para um único fator. Além disso, a substituição da sacarose por outros tipos de carboidratos mais complexos  ( menos utilizados pelas bactérias), seria a escolha mais saudável.</p>
<p><strong>Os adoçantes têm contra-indicação para a saúde geral?</strong><strong><br />
</strong>Desde que os adoçantes sejam ingeridos dentro da qualidade recomendada (muitos produtos dietéticos possuem em seu rótulo a dose máxima diária), não há problema. Deve-se tomar cuidado com adoçantes constituídos de álcool poliídrico (sorbitol, xilitol, malititol), que não devem ultrapassar a dose de 50 g/dia sob risco de provocarem diarréia. Outro fato a ser lembrado é que o espartame, por ter fenilalanina, é contra-indicado para pacientes fenilcetonúricos (que não conseguem metabolizar a fenilalanina), sendo este distúrbio muito raro na população.</p>
<p><strong>As crianças podem ingerir adoçantes?</strong><br />
Sim, as crianças podem ingerir adoçantes, mas normalmente recomenda-se apenas para aquelas que realmente têm indicação para o seu uso, como as diabéticas e, em algumas situações, as obesas (indicação médica).<br />
No entanto, em relação ás crianças com risco aumentado para cárie dental, o ideal é manter um controle na ingestão de sacarose, tanto na freqüência quanto na quantidade, e reforçar os outros meios preventivos.</p>
<p><strong>O açúcar em forma  de sacarose faz falta para crianças?</strong><strong><br />
</strong>O açúcar é um alimento considerado uma fonte importante de carboidrato de absorção rápida. Atualmente, têm-se dado maior ênfase á utilização de carboidratos complexos em detrimento dos simples (de absorção rápida), não apenas devido ao aumento da prevalência de obesidade infantil, mas também como uma  forma de prevenção de cárie. Portanto desde que os carboidratos sejam consumidas na quantidade recomendada (55-60% do valor calórico total da dieta), não há necessidade de se consumir especificamente o açúcar, podendo ser ingerido outro tipo de alimento que seja fonte desse nutriente, principalmente os não-processados, como os integrais.</p>
<p><strong>O uso indiscriminado de refrigerantes diet (com adoçante) faz mal à saúde?</strong><br />
Como ocorre com qualquer alimento, o uso indiscriminado dos adoçantes não é indicado, devendo, portanto, haver moderação. Alguns adoçantes sintéticos como aspartame, sacarina, acesulfame-K e sucralose são aproveitados pela Food and Drug Administration (FDA) e, portanto, têm uma regulamentação maior para às doses máximas recomendadas. Os estevosídeos (stévia), apesar de muito utilizados na América do Sul, não são aprovados pela FDA e, portanto, não tem uma regulamentação específica quanto as doses máximas permitidas. O ciclamato de sódio foi proibido pelo FDA, mas novos estudos comprovaram que a dose tóxica é muito alta, e por isso, cogita-se a sua reaprovação. Os refrigerantes diet utilizam, em geral, uma mistura de aspartame, sacarina e ciclamato de sódio. A chance de se chegar á uma dose desses componentes é, praticamente, teórica.<br />
Levando-se em conta que os estudos ora aprovam, ora condenam os diversos adoçantes, e tendo em vista que os órgãos controladores seguem os estudos para aprovarem ou não o uso.o mais sensato é utilizar pouco.</p>
<p><strong>E em relação aos chicletes “sugar-free”?</strong><br />
São melhores que os que possuem açúcar, mas deve ser observada a quantidade recomendada. Além disso, o fato de não terem açúcar e estimularem a salivação faz com que ajudem na proteção contra a cárie. Isso vale principalmente para o chiclete com xilitol, pois esse adoçante tem uma ação antibacteriana.</p>
<p><strong>As gestantes podem consumir produtos com adoçantes?</strong><br />
Sim, desde que tenham orientação para a ingestão de uma dieta equilibrada e não utilizem esses produtos em excesso. O espartame poderia trazer problema no caso de  a criança ser fenilcetonúrica, mas esse distúrbio, como dissemos, é muito raro. A sucralose (splenda)é liberada pela FDA para gestantes, pois ela não é absorvida no intestino.</p>
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		<title>ATM &#8211; Perguntas e Respostas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2016 17:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é ATM? ATM é a abreviatura de “Articulação Temporo Mandibular”. Essa articulação situa-se logo á frente do ouvido e é responsável pelos movimentos executados pela mandíbula. Qual é a principal característica de um paciente que tem problemas de ATM? O principal indicativo de uma alteração na ATM é...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é ATM?</strong><br />
ATM é a abreviatura de “Articulação Temporo Mandibular”. Essa articulação situa-se logo á frente do ouvido e é responsável pelos movimentos executados pela mandíbula.</p>
<p><strong>Qual é a principal característica de um paciente que tem problemas de ATM?</strong><strong><br />
</strong>O principal indicativo de uma alteração na ATM é o estalido (clique), normalmente acompanhado de dor que se manifesta na cabeça, face, pescoço, olhos e dentes. A ausência de dor não é sinal de normalidade. O estalido (clique), por si só, já traduz problemas nas ATMs.</p>
<p><strong>Quais as principais causas dos problemas de ATMs?</strong><strong><br />
</strong>Toda e qualquer doença necessita de mais de um fator para sua ocorrência. O fator principal deve ser acompanhado dos fatores que contribuem, modificam ou perpetuam a doença. No caso da disfunção das ATMs, acredita –se que o fator principal seja a maloclusão (relacionamento inadequado entre os dentes da maxila e mandíbula), sendo o “stress”, os hábitos parafuncionais e algumas doenças sistêmicas ou hormonais  capazes de contribuir, modificar ou perpetuar o seu aparecimento. Contudo, sabe –se que a ordem dos fatores principais e secundários  pode alterar-se, havendo diferentes pesos no julgamento  de quem é o agente iniciador da disfunção.</p>
<p><strong>Por que acontece o estalido (clique) nas ATMs?</strong><br />
Entre as faces articulares dos ossos que compõem as ATMs, (osso temporal e côndilo da mandíbula), existe uma estrutura fibrocartilaginosa chamada disco e amoldar as superfícies ósseas incongruentes da articulação, evitando traumas e desgastes prematuros.<br />
Quando o disco articular se desloca de sua posição fisiológica  acontece o estalido (clique), notado nos movimentos mandibulares, tais como: falar, mastigar, cantar, bocejar etc.</p>
<p><strong>Por que o problema de ATM pode causar dor de cabeça?</strong><br />
As dores de cabeça provenientes das disfunções de ATM, em geral, não são propriamente de cabeça: são dores nos músculos que envolvem a cabeça.<br />
Posições posturais viciosas, relacionamento dental inadequado, apertamento e/ou ranger os dentes, associados aos “stress”, normalmente culminam em quadros crônicos de dores nos músculos da face, da cabeça e do pescoço.</p>
<p><strong>Por que o problema de ATM pode causar dor de ouvido?</strong><strong><br />
</strong>A proximidade entre a ATM e o ouvido pode ocasionalmente confundir o paciente sobre o local de origem da dor. Na realidade, a dor de ouvido é diferente da dor de ATM. Como diagnóstico diferencial, as disfunções das ATMs não manifestam febre,não eliminam secreção pelos ouvidos e não são acompanhadas por quadros infecciosos das vias aéreas superiores.</p>
<p><strong>Existe uma relação entre dentes e ATM?</strong><br />
Sim. O “encaixe dental” (oclusão) é responsável pela posição do côndilo (cabeça da mandíbula) dentro da articulação. Ocluir os dentes mais para frente, para traz ou para os lados traz conseqüências para as ATMs. O ideal é que a oclusão tenha um relacionamento adequado, para manter côndilo e disco articular harmônicos e bem posicionado entre si, a fim de que a articulação seja saudável.</p>
<p><strong>Qual é o tratamento indicado?</strong><strong><br />
</strong>Promover uma oclusão dentária que permitia um bom relacionamento entre as estruturas da ATM e remover os fatores que possam estar associados ao problema.</p>
<p><strong>Quais são as conseqüências do não- tratamento?</strong><br />
A disfunção temporomandibular é uma doença que, depois de instalada, é quase sempre progressiva.O que não se consegue determinar com exatidão é a sua velocidade de progressão e as suas conseqüências. Portanto, o ideal é o tratamento precoce, ou certamente proporciona melhores soluções e resultados.</p>
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		<title>Boca seca</title>
		<link>http://www.asaodontologia.com.br/?p=163</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2015 19:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Gengiva]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que eu preciso saber sobre boca seca? A boca seca – conhecida, na área da Saúde, como xerostomia &#8211; é causada pela diminuição na produção de saliva. Acomete, com intensidade e duração variáveis, um grande número de pessoas e suas causas podem variar consideravelmente. São exemplos de causas: A...</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que eu preciso saber sobre boca seca?</strong><strong><br />
</strong>A boca seca – conhecida, na área da Saúde, como xerostomia &#8211; é causada pela diminuição na produção de saliva. Acomete, com intensidade e duração variáveis, um grande número de pessoas e suas causas podem variar consideravelmente.<br />
São exemplos de causas:</p>
<ul>
<li>A idade avançada (com o passar da idade, as glândulas salivares vão se atrofiando);</li>
<li>O efeito colateral de certos medicamentos, tais como antidepressivos, antidepressivos, tranqüilizantes, anti -histamínicos e anti-colinérgicos;</li>
<li>Hábitos e vícios, como o alcoolismo e a ingestão de alimentos ricos em cafeína;</li>
<li>A Síndrome de Sjögren, na qual o organismo da própria pessoa reage contra as glândulas salivares;</li>
<li>A diabete mellitus, na qual a boca seca é um achado freqüente;</li>
<li>Cânceres na região de cabeça e pescoço (as pessoas que são tratadas com radioterapia podem ter suas glândulas afetadas permanentemente pela radiação);</li>
<li>Problemas psiquiátricos (certas psicoses e estados de ansiedade podem causar falta de saliva);</li>
<li>Doenças congênitas: existem pessoas que nascem sem as glândulas salivares (agenesia congênita).</li>
</ul>
<p><strong>Por que a saliva é tão importante?</strong><br />
A saliva tem papel importante na formação do bolo alimentar, favorecendo a digestão e deglutinação; proporciona uma lavagem física mecânica, facilitando uma melhor movimentação da língua e demais músculos; atua na proteção da mucosa da boca; controla a microbiota bucal; estabelece e mantém o pH do meio, atuando no processo da cárie dental.</p>
<p><strong>O que é exatamente a saliva?</strong><br />
A saliva apresenta um pH neutro e é composta por 99% de água. A outra parte é constituída por proteínas, como enzimas, imunoglobulinas responsáveis pelos anticorpos salivares, além de outros compostos, como bicarbonato, sódio, potássio, cálcio, cloreto e flúor.</p>
<p><strong>O que a boca seca pode causar?</strong><strong><br />
</strong>Cáries, candidíase (doença fúngica), doenças gengivais e infecções nas glândulas salivares.</p>
<p><strong>Quais são os sintomas?</strong><br />
Em função da falta de saliva, o indivíduo pode ter mau hálito, dificuldades para falar e engolir, intolerância a próteses, dor na língua, perda do paladar e alteração de voz.</p>
<p><strong>Qual o tratamento indicado?</strong><strong><br />
</strong>O primeiro passo para o tratamento é o diagnóstico correto: o paciente que perceber os sinais e sintomas associados à boca seca deve procurar o cirurgião-dentista. Os tratamentos variam em função da causa: se a xerostomia tiver origem medicamentosa, o cirurgião-dentista deverá entrar em contato com o médico do paciente para estudarem a possibilidade de substituição do medicamento por outro que não afete a produção de saliva (radiação, Síndrome de Sjöen, na idade avançada, agenesia congênita), existe a possibilidade de minimizar o problema  com o uso de saliva artificial manipulada ou comercial, gomas de mascar sem açúcar e medicamentos que estimulem a salivação, além da orientação quanto à dieta com proteínas e vitaminas. O paciente com xerostomia, independente da causa, deverá ser acompanhado pelo profissional em intervalos menores para orientação de higiene orla constante, aplicação de flúor e tratamento gengival básico. O paciente deverá manter-se sempre bem hidratado, ingerindo água ou outra bebida  sem açúcar e evitando o consumo de bebidas com álcool ou cafeína. Se os lábios estiverem secos, pode ser indicado o uso de lubrificantes à base de vaselina. Durante as refeições, devem –se preferir alimentos moles, úmidos e pouco condimentados. Nos casos onde exista também infecções fúngica, o profissional poderá indicar bochechos com antifúngicos</p>
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		<item>
		<title>Desmistificando o tratamento de canal</title>
		<link>http://www.asaodontologia.com.br/?p=157</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2015 18:59:46 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é o tratamento de canal? Ele consiste na remoção da polpa dental, uma estrutura viva que contém, entre outros elementos, nervos e vasos sangüíneo. Por que um dente necessita de tratamento de canal? De modo geral, o tratamento é indicado em duas situações: 1)quando a polpa vital se...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é o tratamento de canal?</strong><strong><br />
</strong>Ele consiste na remoção da polpa dental, uma estrutura viva que contém, entre outros elementos, nervos e vasos sangüíneo.</p>
<p><strong>Por que um dente necessita de tratamento de canal?</strong><br />
De modo geral, o tratamento é indicado em duas situações: 1)quando a polpa vital se apresenta inflamada, com dor espontânea (pulpite) em decorrência da exposição da dentina por cárie profunda, fratura da coroa, retração gengival etc; ou 2) quando a polpa perde a vitalidade (polpa necrosada) e compromete a estrutura que envolve a raiz, provocando inflamação da membrana periodontal e do osso de modo assintomático (granulomas e cistos) ou com dor (abscesso).</p>
<p><strong>O dente que apresenta tratamento de canal é considerado um dente morto?</strong><strong><br />
</strong>Não, pois embora o dente não contenha mais a estrutura vital no seu interior (a polpa), o dente é envolvido em toda a sua superfície externa por um ligamento vivo (membrana periodontal), permitindo que esse elemento dental continue a executar suas funções normais sem nenhum prejuízo.</p>
<p><strong>O tratamento de canal enfraquece os dentes?</strong><br />
O que causa enfraquecimento do dente é a perda da estrutura dental causada geralmente pela cárie que, por sua vez, leva o dente a necessitar do tratamento de canal.</p>
<p><strong>Quantas sessões são necessárias para realização do tratamento de canal?</strong><strong><br />
</strong>Se profissionalmente tiver experiência e habilidade suficientes, pode realizar o tratamento de canal em apenas uma sessão, especialmente se o dente não estiver infectado (se não houver presença de bactérias no canal). Na presença de pus, hemorragia persistente, tumefação ou em retratamentos e casos especiais, os tratamentos de canal podem ser realizados em sessões múltiplas.</p>
<p><strong>Por que algumas vezes é necessário realizar o retratamento do canal?</strong><br />
Quando o tratamento de canal anterior não foi bem executado por algum motivo (dificuldades anatômicas, raízes com curvaturas acentuadas, canais calcificados etc.,ou quando o dente não foi devidamente restaurado, pode ocorrer a recontaminação do canal pelas bactérias presentes na saliva, levando à necessidade de retratamento.</p>
<p><strong>O dente com canal tratado pode voltar a doer algum dia?</strong><br />
Sim. Mesmo que o tratamento de canal tenha sido bem executado, o dente pode voltar a doer se não receber restauração definitiva ou se ocorrer uma cárie profunda, permitindo a recontaminação do canal.</p>
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		<title>Prevenção do Câncer Bucal</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 11:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O câncer de boca ocupa uma posição de destaque entre os tumores malignos do organismo devido a sua relativa incidência e mortalidade. A prevenção e o diagnóstico precoce podem ser realizados pelo cirurgião-dentista através dos seguintes procedimentos: correto exame clínico; afastamento dos fatores co-carcinógenos; diagnóstico e tratamento das lesões cancerizáveis;...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de boca ocupa uma posição de destaque entre os tumores malignos do organismo devido a sua relativa incidência e mortalidade. A prevenção e o diagnóstico precoce podem ser realizados pelo cirurgião-dentista através dos seguintes procedimentos: correto exame clínico; afastamento dos fatores co-carcinógenos; diagnóstico e tratamento das lesões cancerizáveis; exames complementares (principalmente biópsia e citologia exfoliativa) e orientação e estimulação ao auto-exame.</p>
<p><strong>O que são e quais são os fatores co-carcinógenos?</strong><br />
São fatores que predispõem o paciente a de desenvolver um tumor maligno: na boca, podemos citar principalmente o etilismo (álcool) e o tabagismo (cigarro, cachimbo, etc&#8230;), as condições precárias de higiene (dentes quebrados, raízes residuais, tártaro etc.) e as próteses inadequadas ou em más condições  (dentaduras e pontes fraturadas ou que causam algum ferimento).</p>
<p><strong>O que são lesões cancerizáveis?</strong><br />
São enfermidades bucais que, quando não tratadas, podem evoluir para um câncer.</p>
<p><strong>O que causa o câncer oral?</strong><br />
A etiologia é desconhecida, porém, alguns fatores são relacionados ao aparecimento dessas lesões. Os principais são: tabagismo, etilismo, traumatismos mecânicos e, nos cânceres de lábio inferior, também  pode-se citar os raios solares.</p>
<p><strong>Como o cigarro atua?</strong><strong><br />
</strong>Durante o ato de fumar, são liberadas inúmeras substâncias químicas junto à fumaça, algumas reconhecidamente cancerígenas. Outra ação seria o calor produzido principalmente pelo cachimbo.</p>
<p><strong>Como se faz o auto-exame e o que procurar?</strong><strong><br />
</strong>Diante do espelho, com uma boa iluminação, deve-se inspecionar e palpar todas as estruturas bucais e do pescoço. Durante o auto-exame, os principais indícios a serem observados são: feridas que permanecem na boca por mais de 15 dias, caroços (principalmente no pescoço e embaixo do queixo), súbitos mobilidade dental, sangramento, halitose, endurecimento e ou perda de mobilidade da língua. É importante frisar que a dor pode ser um sinal de lesão avançada.</p>
<p><strong>Qual o perfil do paciente com câncer bucal e qual a região mais atingida?</strong><strong><br />
</strong>Geralmente são homens (86,07%), com idade entre 45 e 55 anos, brancos (84,84%) e tabagistas (95,08%). A região da boca mais atingida é a língua, seguida do assoalho bucal e lábio inferior.</p>
<p><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong><br />
O diagnóstico é simples. Após o exame clínico, o profissional, suspeitando de um tumor maligno, realiza uma biópsia, que consiste na remoção de um pequeno fragmento da lesão para posterior exame microscópico.</p>
<p><strong>Como é feito o tratamento?</strong><br />
O tratamento pode ser realizado através de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, podendo ser associados ou não.</p>
<p><strong>Existe cura para o câncer?</strong><br />
Sim, e quanto mais cedo for diagnosticado (diagnóstico precoce), maior são as chances de cura, sendo as seqüelas menores e, portanto, maior a qualidade de vida.</p>
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		<title>Mau Hálito</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 11:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Todas as pessoas têm mau hálito? Se considerássemos o hálito desagradável ao acordar, praticamente 100% da população seria portadora de halitose. Por isso, o hálito da manhã é considerado fisiológico.Ele acontece devido à leve hipoglicemia, à redução do fluxo salivar para virtualmente zero durante o sono e ao aumento da...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Todas as pessoas têm mau hálito?</strong><br />
Se considerássemos o hálito desagradável ao acordar, praticamente 100% da população seria portadora de halitose. Por isso, o hálito da manhã é considerado fisiológico.Ele acontece devido à leve hipoglicemia, à redução do fluxo salivar para virtualmente zero durante o sono e ao aumento da flora bacteriana anaeróbia proteolítica. Quando esses microorganismos atuam sobre proteínas da própria saliva, geram componentes de cheiro desagradável (metilmercaptana, dimetilsulfeto e principalmente sulfidreto, que tem cheiro de ovo podre). São os compostos sulfurados voláteis, conhecidos abreviamente por CSV. Após a higiene dos dentes (com fio dental e escova), da língua (com limpador lingual)e após a primeira refeição (café da manhã), a halitose matinal deve desaparecer. Caso isso não aconteça, podemos considerar que o indivíduo tem mau hálito e que este precisa ser investigado e tratado.</p>
<p><strong>É possível que eu tenha mau hálito e não sabia disso?</strong><strong><br />
</strong> Sim. As pessoas que têm um mau hálito constante, por fadiga olfatória, não percebem seu próprio hálito. Somente as pessoas que têm períodos de halitose e períodos de normalidade conseguem percebê-lo.</p>
<p><strong>Como eu posso saber se eu tenho ou não mau hálito?</strong><strong><br />
</strong>A maneira mais simples de identificá-lo é pedir a um familiar ou a um amigo de confiança que faça essa avaliação para você. Caso você identifique o problema ou caso você sinta constrangido a pedir alguém que o avalie, pode procurar um dentista para que este possa te ajudá-lo no diagnóstico e no tratamento da halitose. Atualmente, e cada vez mais, existem dentistas interessados no assunto, e muitos deles até já dispõem de um aparelho para medir e avaliar seu potencial de halitose.</p>
<p><strong>Então, dá para se sentir o hálito?</strong><br />
Sim, atualmente existe à disposição dos profissionais interessados um aparelho chamado Halimeter, que é capaz de medir compostos sulfurados voláteis e que serve para orientar quanto à gravidez da halitose e quanto à melhora e à cura durante o tratamento.<br />
Também é útil para demonstrar claramente para certos pacientes que eles não possuem nenhum cheiro desagradável na boca, quando este é o caso. Certos pacientes halitofóbicos ficam muito apreensivos, com medo de terem halitose e desconhecerem o fato.</p>
<p><strong>Qual a causa do mau hálito?</strong><br />
É muito bom que se diga que os casos de halitose não podem ser explicados por um único mecanismo.<br />
Existem casos de halitose tanto por razões fisiológicas (que requerem apenas orientação) como por razões patológicas (que requerem tratamento); por razões locais (feridas cirúrgicas, cárie, doença periodontal etc.)ou sistemáticas (diabetes, uremia, prisão do ventre etc.).Por isso, pode-se concluir que todas as possíveis causas devem ser investigadas e que o tratamento será direcionado de acordo com a causa identificada. No entanto, 96% ou mais dos casos de halitose se devem à presença de saburra lingual e, assim, devem ser tratados.</p>
<p><strong>O que é saburra?</strong><br />
Saburra é um material viscoso e esbranquiçado ou amarelado, que adere ao dorso da língua em maior proporção na região do terço posterior. A saburra equivale a uma placa bacteriana lingual, em que os principais microorganismos presentes são do tipo anaeróbios proteolíticos, os quais, conforme foi explicado para a halitose da manhã, produzem componentes de cheiro desagradável no final de seu metabolismo.</p>
<p><strong>Se a saburra é formada por microorganismos, o mau hálito é contagioso?</strong><br />
Não.A saburra somente se forma em pessoas com predisposição  à sua formação. Por isso, é muito comum observamos casais em que apenas um dos parceiros apresenta hálito muito desagradável, a ponto de incomodar o outro.</p>
<p><strong>O que predispõe à formação de saburra?</strong><br />
A causa primária da formação de saburra é a leve redução do fluxo salivar, com a presença de uma saliva muito mais rica em mucina (“gosmenta”) e que facilita a aderência de microorganismos e de restos epiteliais e alimentares sobre o dorso da língua. É bom que se diga que existem vários graus de redução do fluxo saliva; quando a redução é severa (de 0 a 0,3 ml/minuto, sob estímulo mecânico), já não encontramos saburra, mas sim, outros tipos de desconforto. A medida do fluxo salivar (sialometria) deve ser feita por um profissional habilitado para isso. Também é importante a avaliação das causas da redução do fluxo salivar para que possa decidir sobre o tratamento. Um\ causa bastante comum é o “stress” constante.</p>
<p><strong>Como se livrar da saburra e do mau hálito?</strong><br />
Existem pelo menos 3 abordagens:</p>
<p>1-Remoção mecânica da saburra por meio de limpadores linguais. Existem vários modelos de limpadores linguais disponíveis no mercado americano; no Brasil, encontramos um limpador lingual muito eficiente (modelo em forma de “V”).</p>
<p>2-Manutenção da superfície lingual a mais oxigenada possível, com o uso de oxidantes no mercado que podem ser úteis para esse fim; desde a água oxigenada (usada diluída), o Amosan, até os de ultima geração (geralmente formulações com um componente antimicrobiano e um oxidante potente). Provavelmente, em pouco tempo, encontraremos no mercado, à disposição apenas dos profissionais, um desses produtos, com, o nome de “SaudBucal”.</p>
<p>3- Identificação da causa da redução do fluxo salivar para que possa estabelecer o tratamento adequado.<br />
As duas primeiras abordagens garantem um hálito agradável; porém, exigem a manutenção desses cuidados. A terceira abordagem, uma vez realiza com sucesso, garante resultados mais duradouros, sem a necessidade de manutenção do uso de produtos para o controle de saburra, porque esse procedimento corresponde à eliminação da causa primária.</p>
<p><strong>Como posso melhorar meu mau hálito que acontece  só de vez em quando?</strong><br />
Quando o mau hálito não é crônico, mas apenas esporádico, devemos observar uma higiene bucal e lingual adequadas, estimular a salivação de maneira fisiológica (isto é, sem o uso de medicamentos) com balas sem açúcar, gomas de mascar, gotas de suco de limão com um pouco de sal, ou, mais eficientemente, com uma ameixa japonesa condimentada, conhecida como “umebochi”. Devemos ainda cuidar da alimentação (evitar o excesso de proteína, gordura, condimentos e alimentos de cheiro carregado)e manter uma freqüência de ingestão de água e de alimento (que contenha algum carboidrato) a cada 3 ou 4 horas.</p>
<p><strong>Então, o uso de gomas de mascar melhora o hálito?</strong><strong><br />
</strong>Sim. Em primeiro lugar, age como um mascarador do hálito e, em segundo, o que é mais importante, aumenta a salivação.</p>
<p><strong>Tenho gastrite. Acho que é por isso que tenho mau hálito. O mau hálito pode vir do estômago?</strong><strong><br />
</strong>Não. È muito comum os pacientes pensarem dessa forma incorreta. Também é muito comum pacientes com gastrite terem mau hálito. Vamos explicar melhor esse mecanismo: à medida que a saburra se forma, ela passa a ser um meio propício também à instalação e à proliferação  de microorganismos causadores de doenças pulmonares, gastrintenais e até  mesmo de amigdalites e de doenças periodontais, No caso da relação halitose versus gastrite, a redução do fluxo salivar propicia a formação de saburra, a qual permite que o Helicobacter pilory se instale no dorso lingual, prolifere e aumente em número, podendo chegar ao estômago e desencadear a gastrite. Na verdade, a manutenção do fluxo salivar em condições normais não evita apenas a formação de saburra e mau hálito, mas também previne a possibilidade de o paciente se tornar predisposto a gastrite, pneumonia, amigdalite, periodontite etc.</p>
<p><strong>Já consultei vários profissionais sem ter a solução para o meu problema. Halitose tem cura?</strong><br />
Claro que tem cura. Às vezes, atingir a cura demanda um pouco mais do tempo, mas sempre existe a possibilidade de controle. A maior parte das pessoas crê que qualquer dentista está amplamente informado a respeito de mau hálito, o que nem sempre é verdade.<br />
O mesmo pode-se dizer em relação aos médicos. O atendimento nessa área é diferente do atendimento adontologico de rotina. Atualmente, muitos estão bastante interessados e estão investindo em conhecimento sobre o assunto. Assim, se o seu dentista não se achar em condições de lhe oferecer um excelente atendimento, com certeza saberá encaminhá-lo para um colega que tenha feito esse tipo de treinamento.</p>
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		<title>Cuidados após o tratamento de canal</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2015 19:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[ASA]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doenças Bucais]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Após o tratamento de canal, o dente necessita de cuidados especiais? Sim. O primeiro cuidado é restaurar o dente o mais breve possível para evitar a fratura da coroa e a recontaminação do canal por microorganismos da saliva. Outro cuidado que se deve tomar é fazer controle clínico-radiográfico após 6...</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Após o tratamento de canal, o dente necessita de cuidados especiais?</strong><br />
Sim. O primeiro cuidado é restaurar o dente o mais breve possível para evitar a fratura da coroa e a recontaminação do canal por microorganismos da saliva. Outro cuidado que se deve tomar é fazer controle clínico-radiográfico após 6 meses. Se o dente apresenta lesão óssea perirradicular, os controles são realizados a cada 6 meses até o desaparecimento da lesão. Se essa lesão não diminuir ou não desaparecer no período de 2 anos, é recomendável que se repita o tratamento de canal ou se faça a cirurgia apical, para evitar a extração do dente.</p>
<p><strong>Uma infecção na raiz pode prejudicar a saúde?</strong><br />
Sempre que há infecção na raiz a lesão óssea visível na radiografia significa que a polpa está infectada com bactérias no interior do canal. Essa inflamação óssea pode permanecer por vários anos sem causar dor e danos á saúde, pois o sistema de defesa do nosso organismo está sendo capaz de neutralizar as toxinas liberadas pelas bactérias. Entretanto, quando ocorre a queda da resistência orgânica, esses microorganismos podem desencadear uma inflamação aguda no osso, acompanhada de dor e edema (inchaço), além de ocorrer penetração das bactérias na corrente sangüínea (bacteremia). Porém, felizmente, em pessoas saudáveis sem complicações de ordem sistemática, essas bactérias circulam por todo corpo e são eliminadas pelas células de defesa em poucos minutos.</p>
<p><strong>Pode voltar a doer um dente com canal tratado?</strong><br />
O tratamento de canal tem um alto índice de sucesso, mas, em alguns casos,o dente pode voltar a doer por diversos motivos; falha do tratamento anterior; dentes com raízes muito curvas(anatomia complicada); canais calcificados; quebra ou ausência da restauração do dente com canal tratado, com conseqüentemente recontaminação do canal etc.</p>
<p><strong>A diabete contra-indica o tratamento de canal?</strong><br />
Se a diabete estiver controlada ou compensada, o tratamento pode ser realizado sem problemas, porém é importante tomar cuidado ao medicar com antiinflamatórios, pois está contra-indicado ao uso de cortisona.</p>
<p><strong>Se o paciente tem problemas cardíacos, deve-se tomar algum cuidado especial para realizar o tratamento de canal?</strong><br />
Em pacientes com problemas cardíacos que já se submeteram à cirurgia ou que possuem defeitos congênitos como prolapso da válvula mitral, é necessário o uso de antibioticoterapia profilática. Essa precaução deve ser tomada não somente quando se realiza tratamento de canal, mas também em qualquer outro tipo de intervenção dentária, como tratamentos de gengiva, extrações, colocação de implantes, reimplantes etc. Como foi dito anteriormente, quando se instrumenta o canal infectado, ocorre a bacteremia. Essas bactérias que penetram são jogadas na corrente sangüínea; se encontrarem condições favoráveis, tendem a se alojar e a se multiplicar nesses locais, podendo causar graves doenças, com o a endocardite. Na dúvida, o médico deve ser consultado.</p>
<p><strong>No caso do reumatismo infeccioso, é melhor remover o dente ou tentar o tratamento de canal? </strong><br />
Pode ser tentado o tratamento de canal, desde que se faça medicação profilática com antibióticos, já que o reumatismo infeccioso é provocado por bactérias que são encontradas na cavidade bucal.</p>
<p><strong>No caso de um dente reimplantado após trauma, o tratamento de canal assegura o sucesso do reimplante?</strong><br />
Se o dente avulsionado por um trauma for reimplantado imediatamente ou dentro de 30 minutos e, nesse caso, mantido na boca (saliva) ou armazenado em meio úmido (água, soro fisiológico, leite), a chance de se obter sucesso é muito alta. Como ocorre ruptura dos vasos sangüíneos e nervos, o tratamento de canal é necessário e deve ser realizado no período de uma semana a 10 dias para assegurar o sucesso do reimplante.</p>
<p><strong>No caso de fratura acidental da coroa de um dente permanente que acabou de erupcionar, é preciso fazer o tratamento de canal? Esse dente vai continuar sua erupção? </strong><br />
Mesmo que haja exposição da polpa (nervo do dente), com sangramento, o tratamento de canal não deve ser realizado, pois a raiz não está totalmente formada. Nesses casos, realiza-se somente a remoção da polpa radicular para que a raiz complete sua formação. É importante que, durante esse período, seja realizado um acompanhamento com radiografias e testes com gelo para verificar a vitalidade do dente.</p>
<p><strong>Um dente com canal tratado tem a mesma resistência que um dente sem canal tratado?</strong><br />
O índice de sucesso do tratamento de canal é alto (por volta de 90%) e o dente pode permanecer na boca por tanto tempo quanto um dente íntegro. É bom lembrar que o tratamento de canal não enfraquece o dente. O que causa enfraquecimento é a  perda de estrutura dental causada geralmente pela cárie, que por sua vez, leva o dente a necessitar da intervenção endodôntica</p>
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		<title>Apicetomia</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 15:15:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dor de dente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é apicetomia? É uma doença que tem por finalidade a remoção de lesão que se forma no ápice (ponta da raiz do dente). Existem dois tipos básicos de cirurgia: uma que apenas remove a lesão através de curetagem e outra que, além disso, remove o ápice da raiz....</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é apicetomia?</strong><br />
É uma doença que tem por finalidade a remoção de lesão que se forma no ápice (ponta da raiz do dente). Existem dois tipos básicos de cirurgia: uma que apenas remove a lesão através de curetagem e outra que, além disso, remove o ápice da raiz.</p>
<p><strong>Por que ocorre essa lesão na ponta da raiz?</strong><br />
Nessa região da raiz, existe um orifício pelo qual passam vasos e nervos que vão nutrir a polpa dentária. Quando a polpa está infectada, região do ápice também poderá estar infectada e aí se forma um processo inflamatório.</p>
<p><strong>Como isso é resolvido?</strong><br />
Normalmente, apenas a remoção da polpa dentária e a desinfecção do canal (tratamento de canal) são suficientes para promover a cura.</p>
<p><strong>Então, por que é necessário realizar a cirurgia?<br />
</strong>Porque nem sempre só com tratamento consegue-se eliminação da lesão no ápice da raiz.</p>
<p><strong>Essa lesão causa dor?</strong><br />
Nem sempre. Muitas vezes, ela é assintomática, de desenvolvimento gradual e lento, provocando destruição óssea da região.Na maioria das vezes, apenas com a radiografia essa lesão poderá ser percebida.</p>
<p><strong>Não há outros recursos? Tomar antibióticos resolve?</strong><br />
A prescrição de antibióticos em determinadas circunstâncias é um bom auxiliar; porém, a intervenção cirúrgica é necessária para a cura completa. Através dela, removem-se tecidos contaminados que estão fora do alcance das medicações.</p>
<p><strong>O problema estará resolvido definitivamente com essa cirurgia?</strong><br />
Dificilmente ocorrerá recidiva do processo. Esse fato é mais freqüente quando apenas se faz a curetagem sem a remoção da ponta da raiz. Aconselha-se controle radiográfico periódico.</p>
<p><strong>O dente ficará menos resistente a formas mastigatórias?</strong><br />
Não. Ficará menos resistente, certamente, se a lesão progredisse em volta da raiz, por falta de tratamento.</p>
<p><strong>Poderá ser realizado em qualquer tipo de dente?</strong><br />
O acesso é mais fácil nos dentes anteriores superiores. Dependendo da anatomia e das condições locais, é possível que essa cirurgia seja realizada em outros dentes.</p>
<p><strong>É uma cirurgia complicada?</strong><br />
Não é uma cirurgia complicada, pois não existe grande manipulação dos tecidos.</p>
<p><strong>O que se sente nas horas seguintes à cirurgia?</strong><br />
Normalmente, o pós-operatório é indolor ou provoca um desconforto mínimo, o que se resolve com analgésicos.</p>
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